“O presidente dos Estados Unidos recebeu uma aeronave com quase 30 anos de uso, agradecendo, e vai fazer as adaptações para transformar num avião oficial da Presidência Americana. E o Maranhão tem deputado achando ruim uma aeronave, um esquilo caríssimo, sendo colocado à disposição do povo do Sul do estado por conta de dizer: ‘Ah! não é zero quilômetro’”.
Com essa fala, o deputado Dr. Yglésio (PRTB) rebateu discurso do também deputado Fernando Braide (Solidariedade), na sessão desta quinta-feira (15), na Assembleia Legislativa, sobre o tempo de uso do helicóptero que será utilizado pelo Centro Tático Aéreo (CTA) de Balsas.
Ao contrapor Fernando Braide sobre os 15 anos de uso da aeronave, Dr. Yglésio citou o caso que tem movimentado a mídia internacional na atualidade sobre a doação de um avião pelo Catar ao presidente americano, Donald Trump.
O deputado Dr. Yglésio ponderou que, em aeronáutica, idade não é sinônimo de falta de segurança e o que vale é a manutenção em dia. Afirmou, ainda, que a iniciativa do governo é de grande relevância para os balsenses.
“Acredito que é importante a ação, um helicóptero do CTA para a região Sul do Maranhão é uma necessidade. Eu acho que deveria estar sendo comemorado”.
Yglésio pontuou, também, que é preciso ter coerência ao questionar as ações do governo. “Essa crítica depreciativa, por ser depreciativa em excesso, parece mais é implicância. Sai do território da crítica e entra no território da implicância”, argumentou.
A história mostra que a "judicialização" da política maranhense iníciou com José de Ribamar Ferreira de Araújo Costa(Diretor Geral do TJ-MA)/ depois veio a assinar José Sarney - chamado nos municípios de "Zé de Sarney" - em razão do pai/ o desembargador Sarney de Araújo Costa pedir para os prefeitos que procuravam à resolver demandas judiciais no TRE-MA " dá uns votinhos para Zé meu filho".
Foto antiga de José Sarney no cargo de diretor geral do Tribunal de Justiça do Maranhão,
em sessão ao lado do presidente da corte, desembargador Raimundo Eugênio de Lima.
José Sarney não se elegeu da primeira vez/ ficou como suplente de deputado federal pelo PSD/ assumiu em razão do afastamento de Lister da Silveira Caldas. Sarney se elegeu em seguida a deputado federal/ governador pela UDN/ manteve-se no comando da política maranhense por 50 anos/ o dobro de Vitorino Freire que na base do "quero/ mando/ faço"/ desmandou por 25 anos.
Agora os mesmo "surfistas" - aqueles que aprenderam com os avós/ bisavós a surfarem nas ondas dos governos - acionaram Zé Reinaldo/ Zé Sarney interessados na "conciliação" para judicializar o dinismo como força política/ eleitoral por mais 100 anos/ obedecendo a progressão geométrica imposta por Vitorino (25 anos)/ Sarney(50 anos).
A mesma história mostra no início do século anterior a salutar alternância do poder depois da morte de Bendito Leite em 1909, na França sem passar o bastão do poder. Luís Domingues/ Colares Moreira/ Herculano Parga/ Urbano Santos/ Magalhães de Almeida/ Nina Rodrigues entre outros se reversaram no poder. Estamos regredindo?
Benedito Leite chamado de Republicano era na verdae um conservador
Urbano Santos filho ex-governador Antônio Brício chegou a assumir a Presidência
Magalhães de Almeida um grande gestor que iniciou a retirada do Maranhão do isolamentos com as estradas de ferro. - Estima/ Timon/ Parnaiba/ Tocantis.
A dificuldade no momento é aceitarem os ciclos políticos que consolidam a alternância do poder - é preciso mudar os grupos no poder/ sem prejuízo da gestão/ desenvolvimento que exige tempo relativo. Os dinistas insistem em explorar a suposta força política eleitoral do dinismo/ a partir do Judiciário como de antanho - em épocas passadas.
A palavra certa não é troca de bastão/ mas a contribuição pela alternância do poder. Já que querem contribuição do passado/ Ralf Waldo Emerson ao criticar governos/ políticos em busca de mudanças socias mais justas/ criou as bases do brainstorming - rotação ou alternância das propostas para evitar o domínio de somente um ponto de vista.
Diz o ditado popular : "governo e pinto duro ninguém segura". Depois da avalanche de apoio da classe política ao governador Carlos Brandão/ os dinistas silenciaram e até Braide recuou declarando nas entrelinhas "que ainda não seria o tempo".
A cada dia/ a cada hora um deputado/ estadual/ federal/ prefeito/ vereador/ líder político declara voluntariamente apoio incondicional/ integral a decisão do governador Carlos Brandão sobre candidaturas - ao governos/ duas vagas para o Senado.
Os dinistas deram uma dose de "viagra político" para o ex-governador José Reinaldo participar de entrevistas em podrecasts/ buscando a conciliação entre dinistas/ brandonista. Nem o "viagra político" deu certo. As falas soaram tolas/ contraditórias.
Logo o ex-governador José Reinaldo que ao não renunciar o mandato/ concorrer ao Senado possibilitou a vitória de Jackson Lago/ ainda que posteriormente ejetado do governo pelo STF? Ele esqueceu as manobras jurídicas que o levaram à prisão?
José Reinaldo foi jogado do "Caminhão da Mudança" na primeira curva - deixou a Secretaria de Minas e Energia - junto com Domingos Dutra que declarou não querer disputar espaço com ninguém no 1º governo de Dino. Ele esqueceu de tudo? Coitado!
Assim como deputados estaduais e vereadores, prefeitos de coloração partidária diversa e de várias regiões do estado também têm se manifestado em apoio à liderança do governador Carlos Brandão (PSB). Mais de 60 gestores municipais já declararam confiar na decisão que o chefe do Executivo tomará acerca da sua sucessão em 2026. Confiança reafirmada após discurso de Brandão no início deste mês, em Bacabal, onde reforçou a união do grupo e disse que não entregará o governo a quem vai perseguir seus aliados.
O prefeito de Caxias, Gentil Neto, é um dos que confirmou a confiança em Brandão. “Estamos rente, firmes com ele. Sabemos que o nosso governador se importa com a cidade de Caxias e com o Maranhão como um todo. A gente reforça esse compromisso com o grupo do governador Carlos Brandão”, declarou.
Rafael Brito, prefeito de Timon, também na região dos Cocais, disse que seguirá a decisão tomada pelo chefe do Executivo. “A gente aguarda a decisão do governador e, à medida que o nosso líder político decidir, a gente vai acompanhar”.
Na região Tocantina, o prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral, defendeu a união em torno de um projeto para o Maranhão. “Rildo Amaral é um homem de grupo, e eu tenho um líder político, que é o governador Carlos Brandão. Por isso, sou soldado, e soldado segue ordens. Estaremos juntos”, afirmou.
Também no sul maranhense, o prefeito de Porto Franco, Deoclides Macedo, afirmou que Brandão, nesse momento, está fazendo o certo. “Ouvindo os prefeitos, ouvindo as comunidades, para que as ações cheguem verdadeiramente ao cidadão que mora em cada município do Maranhão”, observou.
O prefeito de Grajaú, Gilson Guerreiro, ressaltou que também aguarda o nome a ser indicado por Brandão. “Nós temos que ter lealdade para termos credibilidade. O prefeito Gilson Guerreiro vota no governador, vota no senador e no deputado que o Brandão indicar”, disse.
Seguir ao lado do governador é a decisão do prefeito de Coroatá, Edimar Vaqueiro. “Eu tenho certeza que ele terá êxito na escolha do candidato para sua sucessão. E eu estou aqui para apoiar. A decisão que o governador tiver, nós estamos com ele”.
Walas Rocha, prefeito de São Benedito do Rio Preto, comunga da mesma opinião. “Estamos aqui aguardando a indicação do governador. Quem ele indicar, estaremos juntos na caminhada” , disse.
Pai para prefeitos
Na Baixada Maranhense, gestores também ressaltam o apoio a Carlos Brandão. “A decisão dele, é minha decisão. O candidato dele é meu candidato. Hoje, eu só tenho a agradecer ao governador, que é um pai para todos os prefeitos”, observou o prefeito de São Bento, Carlos Dino Penha. “Eu vou ser mais um soldado nessa luta, depois de escolhido um nome”, enfatizou o gestor de Penalva, Henrique Guerra.
A mesma decisão é avalizada pelas prefeitas de Gonçalves Dias, Suane Dias, e de São Roberto, Danielly Trabulsi. “Eu estou apoiando ele em todos os aspectos. Onde ele estiver, eu estarei”, afirmou Suane Dias. “Estamos do lado do nosso governador. A decisão que ele tomar, nós estaremos ao seu lado”, destacou Danielly Trabulsi.
Os gestores de Campestre e Alcântara declararam que também validarão a decisão de Carlos Brandão. “Sou aliado de primeira. Para onde ele decidir, pode contar comigo que a gente vai estar junto nessa empreitada”, disse o prefeito de Campestre, Fernando Oliveira da Silva.
“Precisa saber quem é que a gente vai colocar no lugar dele, uma pessoa que tenha o mesmo carisma, o mesmo coração, a mesma visão”, reforçou o prefeito de Alcântara, Nivaldo Araújo.
Em São Domingos, Kleber Alves de Andrade declarou total confiança em Brandão. “É de plena consciência que eu sei que a decisão que ele tomar, será a decisão para o Maranhão e para a classe política municipalista do estado”.
Confiança
A mesma confiança foi confirmada pelo prefeito de João Lisboa, Fábio Holanda. “A decisão que ele tomar, estaremos aqui para apoiar, porque entendemos que é preciso fortalecer a base do governo para que o Maranhão continue avançando”.
“Eu estou com o governador. A decisão que ele tomar, estaremos com ele”, reforçou o prefeito de Pastos Bons, Enoque Ferreira Mota Neto.
O apoio a Brandão também ecoou em Riachão, Axixá e Passagem Franca. “Estou com ele, porque é um governador indo e voltando. Ele tem meu total apoio”, reforçou a prefeita de Riachão, Paula Coelho de Oliveira.
“Me identifiquei demais com o governador e estou sempre à disposição para ajudar”, falou a prefeita de Axixá, Roberta Barreto. “Passagem Franca está de portas abertas para o nosso governador”, sentenciou o prefeito Chicão da Parabólica.
Itaires Tratorzão, gestor de Lajeado Novo, é outro que manifestou apoio a Brandão. “Estamos aqui esperando a sinalização do governo para a gente poder se posicionar de uma forma mais sábia possível”, ressaltou.
“O governador, do jeito que ele vier, nós vamos apoiar, nós vamos fechar junto”, assegurou Jubeal Silva, prefeito de Parnarama.
O ainda deputado federal Josimar de Maranhãozinho já réu em um primeiro processo/ tendo outro que aguarda tramitação nas gavetas do gabinete do Ministro Flávio Dino com o mesmo final - denúncia/ condenação. Josimar é um político temido/ autoritário com histórico de corrupção/ desmandos felizmente em fim de carreira.
Josimar de Maranhãozinho - com a atuação desse tipo de político até o nome do estado reduz e fica no diminuitivo - não está só nesta fase de fim de carreira/ acusado de procedimentos ilícitos questionados na Justiça. O ainda senador Weverton Rocha trilha a mesma estrada da iminente "aposentadoria política compulsória".
Não é sem motivo que Josimar / "o desmoralizado da Br" deu o abraço de afogados no senador Weverton Rocha - um puxa o outro para baixo e os dois morrem afogados politicamente. Josimar iludido por Weverton/ buscaria impossível proteção debaixo das togas/ para ganhar tempo político antes da provável sentença final condenatória?
Quem acompanhou a 21ª edição da Agrobalsas viu de perto a atuação do governador Carlos Brandão e do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão. O evento que aconteceu nos dias 12 e 13 de maio, contou com uma verdadeira maratona de entregas, anúncios e, principalmente, escuta ao povo de Balsas, durante uma extensa agenda municipalista.
Orleans esteve no lançamento da pedra fundamental do Frigobalsas, visitou os estandes do Governo do Estado e participou de uma sequência de inaugurações e anúncios de benefícios para os balsenses.
Foram mais de 15 ordens de serviço assinadas: são obras como aeroporto, Colégio Militar, Restaurante Popular e mais de 400 casas entregues pelo programa Minha Casa, Minha Vida.
Mas não parou por aí. Orleans fez questão de chamar atenção pra um ponto que, muitas vezes, fica fora dos holofotes: a segurança pública. Ele anunciou o envio realizado pelo governador Carlos Brandão de mais de 40 policiais para reforçar a segurança em Balsas. “Isso mostra que a segurança da nossa população é prioridade e está sendo tratada com a seriedade que merece”, afirmou.
Em Balsas, o compromisso firmado com o prefeito Alan da Marissol e a população foi entregue com responsabilidade e rapidez, destacou o prefeito.
“Levamos nossos pedidos, nossos sonhos, e voltaram com as soluções graças a essa grande parceria. Orleans tem sido um verdadeiro aliado de Balsas. É um dos caras que fazem acontecer. Agradeço pelo empenho em transformar essas ideias em realidade,” concluiu o gestor municipal.
Com presença ativa e postura municipalista, Orleans reforça sua atuação como uma ponte entre o Governo do Estado e as gestões locais, levando ações concretas aos quatro cantos do Maranhão.
A semana começou com mais manifestações de deputados estaduais em apoio à liderança do governador Carlos Brandão (PSB), durante discursos na sessão plenária desta terça-feira (13). Parlamentares ressaltaram que seguirão a decisão do chefe do Executivo sobre as eleições do ano que vem.
A força da Baixada Maranhense ecoou na voz do deputado Pará Figueiredo (PL), primeiro a declarar seu apoio nesta terça. “Eu venho aqui à tribuna para dedicar o meu apoio. Também queria dizer que o grupo Pará Figueiredo vai caminhar junto com o governador em 2026”, destacou.
O parlamentar defendeu, também, que não se deve antecipar o debate eleitoral, afirmando que este ano é para desenvolvimento de ações. “Vamos deixar o governador, agora em 2025, inaugurar as obras, inaugurar tudo que o Maranhão precisa e, em 2026, vamos juntos sentar e definir o futuro político com nosso líder, o governador Carlos Brandão”, ressaltou.
Representante do Sul maranhense, a deputada Janaína (Republicanos) elencou inaugurações do governo no município de Imperatriz, nesta semana, e reafirmou apoio a Carlos Brandão.
“Tenho orgulho de fazer parte do seu grupo. Estou aqui abraçada com o seu grupo, e esperando apenas o seu comando para quem nós iremos caminhar a partir do próximo ano”, declarou.
Liderança do Centro maranhense, o deputado Júnior Cascaria (Podemos) parabenizou o governador Brandão pelas ações, citando o lançamento do programa Maranhão Livre da Fome e a realização da Agrobalsas, e também reafirmou que segue ao seu lado.
“Quero dizer, aqui, ao nosso governador que, independente de lado político, independente da sua decisão política, pode contar com o deputado Júnior Cascaria”, ressaltou.
O processo de fiscalização de um ministro do STF pelo Senado Federal inicia-se com um pedido de impeachment, que pode ser feito por qualquer cidadão. O Senado, após analisar o pedido e a defesa do ministro, poderá abrir um processo de impeachment contra Flávio Dino, que será julgado por seus membros.
Passos do processo de impeachment de um ministro do STF pelo Senado:
Pedido de Impeachment:Qualquer cidadão pode apresentar um pedido de impeachment ao Senado, alegando crime de responsabilidade pelo ministro do STF.
Análise Preliminar:O pedido é encaminhado à Advocacia do Senado para avaliação técnica e posteriormente elaborado pela Comissão Diretora.
Defesa do Ministro:O ministro do STF é notificado do pedido de impeachment e tem direito a apresentar defesa.
Abertura do Processo:Se o Senado, após analisar o pedido e a defesa, entenda que há elementos para o impeachment, abre-se o processo.
Processo e Julgamento:O processo de impeachment é prolongado pelo Senado, que pode ouvir testemunhas, analisar documentos e outros elementos. O julgamento é realizado pelo Senado em plenário, com a participação de todos os senadores.
Votação:A aprovação do impeachment exige maioria de dois terços dos senadores.
Resultado:Se o impeachment for aprovado, o ministro é destituído do cargo.
Crimes de Responsabilidade:
Os crimes de responsabilidade que podem levar ao impeachment de um ministro do STF são aqueles previstos na Constituição Federal, como, por exemplo, a infração de leis ou atos regulamentares, o abuso de poder e a prática de atos que comprometam a dignidade da carga ou a independência do Poder Judiciário.
Importância do Senado:
O Senado Federal tem um papel fundamental na fiscalização do Poder Judiciário, incluindo o STF, por meio do processo de impeachment. Este processo é uma garantia de que os ministros do STF respondam por seus atos e que a justiça seja feita, caso haja alguma irregularidade.
Em meio a crise entre a Câmara dos Deputados e o STF/ o Senado Federal será acionado pelo deputado federal Nicolas Ferreira/ para fiscalizar a atividade do Ministro do STF/ Flávio Dino acusado de supostamente interferir no processo político do Maranhão.
Segundo comentários que circulam nas midias nacionais/ estadual Dino teria supostamente deixado seu nome ser envolvido em querelas da política paroquial maranhense desde que chegou ao STF/ culminando com um jocoso comentário a respeito da escolha do vice de Felipe Camarão.
Dino "deixou na reta" é o Senado que já o olhava atravessado desde o "abre/ fecha" das emendas parlamentares não deve perder a oportunidade de regular o "regulador"/ como salutar/ democrática prática de independência/ harmonia entre os Poderes da cambiante República.
Os reflexos do "puxão de orelha por jocosa/ infeliz postura invasiva" são imprevisíveis a nível nacional/ onde Dino pretenderia ser candidato a Presidência. A nível estadual seria "a colher de azeite na fritura da candidatura" de Camarão. Isso sem contar com a imagem no próprio STF.
O deputado federal Nicolas Ferreira (PL) divulgou que irá propor o impechemet do Ministro do STF/ Flávio Dino por declaração política durante aula na UNDB - indicação em tom de brincadeira de uma professora para vice-governadora de Felipe Camarão.
Nicolas precisa acertar a mira. Primeiro só o Senado pode fiscalizar Ministros do STF. O CNJ pelo grau hierárquico não tem essa competência. Segundo Projeto de Lei é assegurado aos Ministros manifestação política em ambientes académicos como a UNDB.
A palavra é como uma flecha se não atingir o centro do alvo se perde. O alvo seria a interferência no processo político é o centro seria o STF. Teria que ter habilidade política/ para convencer a maioria dos senadores do uso do cargo no suposto crime de responsabilidade.
As sucessivas demandas que envolvem cargos políticos - duas vagas do TCE-MA/ uma delas espera decisão a mais de um ano - e ainda sobre a eleição da Mesa Diretora da Alema/ esbarram na distribuição por prevenção prevista no Regimento Interno do STF/ mas afeta a produtividade.
Pelo prisma da legislação ordinária -a suspeição e impedimento - não se configuram em tese / a não ser o aspecto moral que envolveria amigos antigos e inimigos atuais. No entanto/ o Ministro Flávio Dino não tem maioria no Senado e pode ser fiscalizado. O provável "freio" já seria constrangedor.
A eleição para o governo só acontecerá em outubro de 2026/ mas já abriram a "caixa de maldades". Usaram de forma "clara" e fraudulenta o nome do empresário Marcus Brandão em processo de pagamento na Secretaria de Infraestrutura/ invadindo o Sistema Eletrônico de Informação e plantando o nome de Marcus Brandão como solicitante em favor da empresa Vigas Engenharia.
Ocorre que o CPF do suposto solicitante - "Marcus Brandão" não é o mesmo do empresário/ Presidente do MDB Marcus Brandão. A tentativa de fraude se estendeu a empresa Vigas Engenharia/ Engenharia cujo acesso ao Sistema Eletrônico de Informação da Sinfra tem cadastro diferente. Todo procedimento fraudulento foi feito a partir de um IP registrado em Belém do Pará em outubro de 2024.
Embora o usuário externo/ percebendo que a fraude clara/ grosseira seria detectada tenha cancelado o procedimento no mesmo dia/ a tentativa foi encaminhada pela advogada Clara Machado ao STF/ no bojo de Adin que discute a nomeação de Flávio Costa para o TCE-MA/ em que a causídica figura como "amiga da causa"/ com o fito de colaborar com as denúncias do partido Solidariedade.
Marcus Brandão oficiou a Sinfra/ esclarecendo que nunca participou de processos administrativos/ licitatórios/ financeiros fora de sua competência / tão pouco acessou ao Sistema Eletrônico de Informação de qualquer repartição pública do estado. A Sinfra pediu investigação à Secretaria de Segurança/ com parecer de existirem fortes indícios de ação de terceiro por meio de procedimento externo.
A campanha para o governo do estado está longe cronologicamente. Todavia fica evidente e de forma clara o uso imediato de terceiros por intermédio de ações externas/ internas com objetivos políticos. Isso não é bom para o Maranhão. Essa práticas se assemelha as do perseguidor/ vingativo e rancoroso vitorinismo.
Camaronistas/ camaroeiros - respectivamente os voluntariamente adeptos e os que vendem a candidaura do vice ao governo em 2026 - não gostaram de ouvir o Ministro do STF/ Flávio Dino em tom zombeteiro e como inexperiente marqueteiro indicar uma belíssima/ desconhecida professora da UNDB para ser a vice de Felipe Camarão.
Dra. Teresa Helena Barros/filha de Hilário Barros candidato derrotado a prefeito de Lago da Pedra
Camaronistas/ camaroeiros sentiram o afastamento do advogado Sávio Dino Junior/ o "Dino Junior" da camapnha de Felipe Camarão após as "querelas nulitatis" - questões que anularam recentemente a aproximação de brandonistas dos dinistas. A postagem de "riso irônico" de "Dino Junior" teria provocado reações. Coisas de acadêmicos na política.
O amadorismo é o problema da pré-campanha de Camarão. Se Camarão ouvisse/ seguisse Brandão que escutou as ponderações do então governador Dino/ Camarão não perderia nada. Brandão tem a chave/ a caneta e está sentado na cadeira de governador. Se não abrir/ assinar/ levantar Camarão continuará vice até o final do governo.
Os "camaroeiros"/ aqueles que por interesses inconfessáveis vendem a candidatura de Camarão na proveta - aquela que antes de ser já era - ao governo prestam um desserviço ao vice-governador/ prejudicam as relações com o governador Carlos Brandão/ a quem cabe o legítimo comando da sua própria sucessão e não a "forças estranhas ao processo".
A supressão das instâncias partidárias de base petistas no estado foi outro erro grave/ amador dos açodados/ interessados "camaronistas/ camaroeiros" que delegaram a escolha a Direção Nacional. As aguerridas correntes majoritárias do petismo maranhense não aceitam a indicação de "cima para baixo"/ que contraria o processo histórico do PT.
Flávio Dino resolveu provocar Brandão/ indicando uma ilustre desconhecida para ser vice de Felipe Camarão/ que contraiando a orientação do governador resolveu antecipar o lançamento da candidatura ao governo ?
Alguns reagiram a brincadeira de Dino/ questionando se ele acha que ainda pode eleger "sem votos" debaixo das sovaqueiras - referência a Roberto Rocha/ Eliziane Gama/ Weverton Rocha/ Carlos Lula/ Rodrigo Lago.
Flávio Dino já seria chamado de Ministro Virtual. Ele passaria mais tempo no Maranhão do que em Brasília. Exagero a parte/ mas como vai ser no período pré-eleitoral ? Licença para tratamento de especulada abstinência?
Tem mais confusão/ provocação ? Dino vem no dia 24/ fazer palestra na Quarta-Católica. Brincam com a participação dele em reuniões do Boi da Maioba/ no Montese/ California Clube de Campo/ Botafogo do Anil.
O direito de ir/ vir está previsto na Constituição Federal ( artigo 5º/ inciso XV). Significa que qualquer pessoa pode transitar livremente/ sem restrições indevidas e escolher aonde é o local que deseja estar.
Flávio Dino/ Ministro do STF tem o constitucional direito epigrafado de está no Maranhão/ Brasília o dia/ hora/ ocasião/ evento que assim lhe permitir sua atribulada/ requisitada agenda profissional/ pessoal.
Dino teria passado os dois últimos prolongados feriados na "Ilha"- comemorando aniversário/ eventos não divulgados - não se podendo afirmar nada que contrarie a ordem pública/ tão pouco à ordem política.
Todavia explodiu de forma irreversivel a convivência política entre brandonistas/ dinistas após a prologada estadia do Ministro do STF/ Flávio Dino. Camarão lançou-se candidato/ Brandão sinalizou com Orleans.
O Ministro do STF/ Flávio Dino voltou a "taba" nesta sexta-feira(9)/ para proferir outra Aula Magna na UNDB. Prevista ainda participação de Dino como palestrante de evento da Igreja Catolica/ dia 24 do mês em curso.
Dino enquanto magistrado na primeira fase/ a de juiz federal entre 1994 e 2006 - 12 anos - não se fez presente a tantos eventos no estado quanto agora. "Tem muita especulação destituída de informação verdadeira".
Especulava-se "pacificação política"/ quando o governador Carlos Brandão agendava ir para Brasília. Agora inverteram a ordem das especulações/ questionando a presença : "Dino no Maranhão é sinal de confusão"?
Não acredito em Dino como "pomo da discórdia" - maçã de ouro mitológica jogada em casamento para prover brigas - e nem em Brandão como "pombo correio". Quem sempre buscou a união e quem promoveu a discórdia?
A semana foi de movimentação intensa na Assembleia Legislativa em apoio ao governador Carlos Brandão (PSB) e de reforço à sua liderança. Deputados governistas deram uma resposta à altura do discurso de Brandão em Bacabal, no último domingo, onde o chefe do Executivo reforçou a unidade de seu grupo e afirmou que não entregará o governo a quem vai perseguir seus aliados.
Recado dado, recado entendido. Nas sessões plenárias, os governistas foram à tribuna para marcar posição ao lado de Brandão. Manifestaram-se os deputados Osmar Filho (PDT), Guilherme Paz (PRD), Ricardo Arruda (MDB), Adelmo Soares (PSB), Dra. Vivianne (PDT), Mical Damasceno (PSD), Florêncio Neto (PSB), Yglésio Moysés (PRTB) e Neto Evangelista (União Brasil), que é líder do governo no Parlamento Estadual.
Deputados de partidos diversos declararam publicamente que também apoiarão o nome escolhido pelo chefe do Executivo na sucessão em 2026. A rede de apoio foi fortalecida em discurso por Guilherme Paz, na sessão plenária de terça-feira (6).
“Pode contar com nosso apoio aqui na Assembleia. Faço parte da sua base política e, cada dia mais, me orgulho do seu trabalho”, afirmou Paz, repercutindo inaugurações de obras e anúncio de serviços do governo na cidade de Governador Luiz Rocha.
Osmar Filho também fez questão de deixar claro de que lado está. “Governador, conte com o deputado Osmar Filho. Sou aliado do governador Carlos Brandão aqui na Assembleia Legislativa, e aliado político também”, destacou na sessão da terça-feira.
Confiança
O pedetista afirmou, ainda, sua confiança na decisão de Brandão sobre o candidato para as eleições de 2026. “Eu tenho certeza de que, com sabedoria, com responsabilidade, o senhor, como líder do grupo político, tomará a decisão mais correta, e conte comigo na decisão que V. Exa. tomar”, disse.
Neto Evangelista defendeu a liberdade que tem o governador Brandão de indicar seu candidato ao Palácio dos Leões. “Quando se tem alguém competente ao nosso lado que possa ser indicado para exercer aquele cargo público, ele vai ser indicado. Assim aconteceu com vários colegas. Se um deputado pode indicar um familiar, por que o governador não pode? Quando é na sua vez tudo bem, mas quando é a vez do governador não pode?”, questionou, na quinta-feira (8).
Ao elencar série de obras do governo em Balsas e região, a deputada Dra. Vivianne também saiu em defesa da liberdade de escolha do governador. “Eu acho que já foi consenso que o governador pode escolher, como todos aqui, parentes ou não parentes”.
Posição
Ao marcar sua posição, Mical Damasceno fez um apelo a Carlos Brandão, na quarta-feira (7), para que permaneça nos Leões até o fim do governo, em dezembro de 2026. E justificou: “Se o governador sair no mês de abril do ano que vem, sair dessa cadeira, vai ser um erro estratégico! Ele será alvo de perseguições políticas”.
Já Ricardo Arruda destacou, na quarta-feira (7), que se deve respeitar a liderança do governador no processo sucessório e criticou tentativas de antecipar o debate eleitoral. “O governador tem conduzido o Maranhão com equilíbrio, agregando diferentes vertentes políticas em torno de um projeto comum. Não cabe forçá-lo a decisões prematuras sobre sua sucessão. O momento exige responsabilidade política”, afirmou.
Conciliador e municipalista
Rebatendo opositores que afirmam que Carlos Brandão não busca o diálogo, Yglésio Moyses defendeu o caráter conciliador do governador, na sessão da quarta-feira. “Em relação à classe política, a relação com a classe política, eu não posso deixar de falar que o governador Brandão é uma pessoa de paz”, assinalou.
Já Florêncio Neto destacou o caráter municipalista de Brandão em discurso na terça-feira. “O governador, quando se elegeu, deixou claro sua natureza municipalista, e o municipalismo se faz muito mais do que com palavras, se faz no dia a dia das cidades, levando obras e garantias concretas que façam a diferença na vida de todos os 217 municípios do nosso estado”, afirmou, ressaltando que, por isso, está sendo chamado de “Governador das obras impossíveis”, por estar tirando do papel serviços há tempos sonhados pela população.
A próxima semana promete mais capítulos do jogo de sucessão que está apenas começando.
Flávio Dino no discurso de posse no governo em 2015/ vociferou contra fome no Maranhão. Dino terminou o governo com o dobro de municípios - de 21 saltou para 40 - entre os 100 mais miseráveis do país. Cruz credo!
A promessa não cumprida repercute negativamente no ilibado "curriculum vitae" do Ministro do STF/ pretenso candidato a Presidência da República ou ainda de voltar -diretamente/ indiretamente- ao governo do Maranhão.
O arrojado/ objetivo Programa Maranhão Livre da Fome do Governo Carlos Brandão poderá "matar dois dinossauros" de uma só vez? O governo Brandão já obteve avanço na redução em 2023 -195 mil pessoas sairam da lista pobreza extrema e 372 mil da pobreza.(Indicadores do IBGE 2024).
O Maranhão tem hoje a maior Rede de Restaurantes Populares da América Latina - mais de 200 mil refeições diárias com almoço/ jantar por 1 real/ café da manhã 50 centavos. Dino criou/ Brandão ampliou/ quadriplicou/ qualificou/ instalando em quase todos os 217 municípios do Maranhão.
Brandão tirou do papel/ da boca de Dino/ chamado na época de "governador de gogó" e botou comida na mesa do povo/ reduzindo a pobreza/ miséria extrema. Com o Programa Maranhão Livre da Fome livra de Dino? Vai dá certo. O Solidariedade entra com ação contra no STF?
O Governo do Maranhão deu um passo decisivo no enfrentamento à fome com o lançamento do Programa Maranhão Livre da Fome, realizado nesta sexta-feira (09), no Ginásio Georgiana Pfluerger (Castelinho), em São Luís. A iniciativa vai garantir o acesso à alimentação digna para famílias em situação de vulnerabilidade em todo o estado, começando pelos municípios da Grande Ilha, onde mais de 4 mil famílias já estão aptas a utilizar os benefícios do programa.
O evento contou com a presença do governador Carlos Brandão, do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, além de prefeitos da Grande Ilha, lideranças políticas e beneficiários.
Nesta primeira fase serão atendidas cerca de 4.300 famílias dos municípios de São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar. Cada família que hoje tem renda per capita mensal inferior a R$ 218,00 receberá um cartão com R$ 200,00 mensais de crédito para comprar exclusivamente produtos alimentícios, além de R$ 50,00 a mais por cada filho com até 6 anos de idade. Também participarão de cursos de capacitação e terão encaminhamento para vagas de trabalho oferecidas por empresas parceiras, para que possam aumentar sua renda.
Em sua fala, Orleans Brandão reforçou o caráter municipalista do programa e a importância da parceria com as prefeituras. “O combate à fome é prioridade absoluta. Iniciamos essa primeira fase na Grande Ilha e logo vamos alcançar os 217 municípios do Maranhão com o apoio fundamental dos prefeitos, que conhecem de perto a realidade da população e são peças-chave para que esse programa chegue a todos que precisam”, afirmou.
O prefeito de Paço do Lumiar, Fred Campos, também destacou a atuação de Orleans junto aos municípios: “Orleans tem sido um parceiro incansável dos prefeitos. Ele entende a realidade local e trabalha de forma integrada com a gente para que as ações do governo do estado cheguem na ponta, a quem mais precisa”.
Além da entrega dos cartões, o lançamento contou com uma série de serviços gratuitos à população, incluindo consultas oftalmológicas, atendimentos odontológicos, triagem social, atualização de documentos e outras ações integradas de cidadania.
Com o Maranhão Livre da Fome, o governo estadual reforça o compromisso de atuar de forma conjunta com os municípios, garantindo que políticas públicas essenciais cheguem a todos os maranhenses, em cada canto do estado. Serão quase 500 mil pessoas beneficiadas e mais de 95 mil famílias alcançadas por meio do programa.