O dando que se recebe do delegado de IMPERATRIZ

1º TURNO DEPENDE DO DESEMPENHO DE EDVALDO NO DEBATE DA MIRANTE : EDUARDO BRAIDE DEVE ESVAZIAR DE VEZ O BALÃO WELLINGTON DO CURSO NO CONFRONTO PROPOSITIVO/ CRÍTICAS AO ATUAL PREFEITO

Os números do Ibope trazem 11% de eleitores que ainda não decidiram em quem votar - 6% de indecisos/ 5% brancos/ nulos - que podem ser revertidos em voto útil/ decidindo a eleição no primeiro turno.



A decisão da eleição no primeiro turno depende do desempenho de Edvaldo no debate Mirante/ do esvaziamento do "balão" Wellington do Curso em queda livre desde o debate Guará no confronto com Eduardo Braide.


O fator Eduardo Braide pode esvaziar de vez o "Balão Wellington do Curso". A presença de Braide eleva o tom propositivo no debate Mirante. Braide deverá focar na gestão de Edvaldo/ objetivando uma subida vertiginosa.


Os francos/ fracos atiradores Wellington do Curso(28%) Elisiane Gama(8%)/ Fábio Câmara(4%) devem seguir a artilharia de Braide que ganhou vaga com 5%. Edvaldo(38%) pode superar a todos/ mostrando experiência/competência.




Edvaldo perdeu a chance de no debate da Guará chamar para si o centro do debate sobre os problemas de São Luís/ liquidando a fatura pelo esperado bom desempenho. O debate Mirante serviria para consolidar a vitória.

Eu volto ao assunto/ trabalhando as prováveis estratégias fora da acima levantada. Braide pode ser um "anjo caído do céu" - o demônio também caiu - em uma bem articulada estratégia do grupo Sarney/ bem como uma dádiva da democracia.


"Bate/ bate"/ tiroteio ou debate ? Braide é a última carta/ marionete do grupo Sarney? Wellington a última "coca-enrola"/ ou ele é "fanta"? Elisiane terminou como muriçoca. Fábio Câmara como ameixa sem caroço já que pela cor não pode ser laranja ?  

"O TERRENO PERTENCE AO MEU IRMÃO"(WELLINGTON DO CURSO) : SE FOSSE ELEITO PASSAVA A PREFEITURA PARA O NOME DA MÃE/ DO IRMÃO "BEBUM"

O candidato Wellington do Curso não comemorou a decisão que excluiu seu nome de um processo movido pela Procuradoria Geral do Estado/ que pede reintegração de posse de terreno esbulhado - invadido - no Sítio Santa Eulália.

Por quê Wellington do Curso não comemorou a decisão que retirou seu nome da lide? Porque o invasor/ grileiro é o seu irmão. O próprio Wellington declarou ao blogueiro Gilberto Léda : "o terreno pertence ao meu irmão".

Esta não é a primeira vez que Wellington do Curso usa o irmão para assumir as broncas. As dívidas trabalhistas/ com a Previdência/ ISS/ IPTU estão em nome do irmão. A população já tomou conhecimento do "modos operandi".

JUSTIÇA DETERMINA PRISÃO DO EX-PREFEITO DE SUCUPIRA DO NORTE


Os desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) rejeitaram – por unanimidade – recurso de apelação criminal contra sentença proferida pela juíza titular da Comarca de Sucupira do Norte, Gisa Fernanda Nery Mendonça, que condenou o ex-prefeito do município, Benedito Sá de Santana, a 11 anos e quatro meses de prisão. O processo foi julgado pelo colegiado sob a relatoria do desembargador José Luiz Almeida, que determinou a prisão do ex-prefeito, a ser cumprida inicialmente em regime fechado.

Enquanto prefeito do município, Benedito Sá de Santana teve a prestação de contas do exercício financeiro de 2007 rejeitada pelo Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE), em razão de várias irregularidades, incluindo desvios de recursos públicos, dispensa de licitação fora das regras previstas em lei e emissão de documento falso.

O desembargador José Luiz Almeida ( relator) não acolheu as alegações do ex-prefeito (Foto: Ribamar Pinheiro


No recurso interposto junto ao Tribunal de Justiça, Benedito Sá alegou que as provas reunidas no processo não são suficientes para demonstrar a autoria e materialidade delitivas (existência de elementos físicos que constatam a ocorrência do delito)  dos crimes imputados a ele quando exercia o cargo de prefeito de Sucupira do Norte.

Aponta ausência de trânsito em julgado (decisão judicial da qual não se pode mais recorrer) dos acórdãos do TCE que serviram de base para a denúncia do Ministério Público do Maranhão (MPMA) e atipicidade (quando o fato não possui todos os elementos legais para se constituir em um delito) quanto ao crime de dispensa de licitação, ante a ausência de dolo (procedimento fraudulento) específico e dano ao erário.

Pugna pela a sua absolvição e, subsidiariamente, pede que seja reduzida a condenação, com a modificação do regime inicial de cumprimento de pena, anulando a multa, ou reduzindo o seu valor, em razão de inexistência de provas que apontem para a prática do delito.

O desembargador José Luz Almeida rejeitou todas as alegações da defesa e afirmou que, na condição de prefeito municipal, Benedito de Sá desviou recursos públicos e se omitiu quanto ao dever de realizar licitação, além de utilizar documento que sabia ser falso.

Quanto à suposta ausência de dolo específico, por não ter ficado supostamente demonstrada a intenção do ex-prefeito de causar prejuízo efetivo ao erário, o relator frisou que esta argumentação não se sustenta. De acordo com o magistrado, o dolo ficou evidenciado e caracterizado pela consciente vontade do ex-prefeito de incorporar ao seu patrimônio verbas públicas, se apropriando destas e apresentando gastos com despesas que não foram comprovadas no processo e nem na apresentação da prestação de contas do acusado junto ao TCE/MA.

Em relação à alegação de que inexiste prova do trânsito em julgado das decisões proferidas pelo Tribunal de Contas, o desembargador ressaltou que os processos foram julgados entre os anos de 2009 e 2010, não tendo a defesa apresentado na época qualquer documento que demonstrasse seu inconformismo em relação aos referidos acórdãos (decisão do órgão colegiado de um tribunal), que sob o ponto de vista legal não são imprescindíveis para a prolação da sentença condenatória.

No que diz respeito ao pedido de redução da condenação e de alteração do regime de cumprimento de pena pela suposta inexistência de provas que apontem para a prática do delito, o magistrado apontou que o conjunto probatório (verdade real dos fatos) constante nos autos revela-se suficiente para a manutenção da condenação, não havendo, de igual modo, qualquer ilegalidade ou desproporção no estabelecimento da pena, uma vez que na sua aplicação foram observados todos os critérios estabelecidos em lei.

A decisão do colegiado acompanhou parecer da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) e recebeu manifestação do desembargador Raimundo Melo, que enfatizou a necessidade de contundente reação institucional contra fraudes cometidas criminosamente por gestores na administração pública, comprometendo o sistema democrático.


MATÉRIA PUBLICADA NO SITE DO TJ

Antonio Carlos de Oliveira
Assessoria de Comunicação do TJMA

COM AJUDA DOS SARNEY WELLINGTON DO CURSO USA NOVAMENTE O IRMÃO PARA SE LIVRAR DE CONDENAÇÃO NA JUSTIÇA

O candidato Wellington do Curso uma vez mais usou o irmão alcoólico. Desta vez o irmão/ ex- cachaceiro contumaz assumiu o esbulho possessório/ a grilagem das terras do Fundo de Aposentadoria do Estado(FEPA).

O terreno dos aposentados(FEPA) foi de fato invadido por Wellington do Curso/ que como de costume usou o irmão alcoólico para assumir as ilegalidades - sonegação de imposto/ dívidas trabalhistas/ inadimplência do IPTU.

Imaginem quanto os Sarney iriam cobrar pela fatura jurídica/ caso o piauiense Wellington do Curso assumisse a Prefeitura da Capital do Maranhão ? Edilásio Junior/ o doador milionário seria o Procurador Geral do Município de São Luís.

Wellington do Curso livrou-se da acusação de grilagem em terreno público/ acusando o próprio irmão de ser o invasor do terreno do FEPA. O mais interessante é que os aliados/ os Sarney antecipadamente propalavam a sentença.

"Até quando vais abusar de nossa paciência"/ foram as célebres palavras do senador Cícero para o traíra Catilina. Nos dias de hoje seria Catilina quem perguntaria para Cícero : "até quando vais abusar de nossa paciência". São os tempos e a moral.


IMPERATRIZ : FRANCISCO DE ASSIS RAMOS/ O SANTO PERDE APOIO DO MAJOR INDISCIPLINADO/ VICIADO NO JOGO POLÍTICO DANDO QUE SE RECEBE


O candidato a prefeito de Imperatriz Francisco de Assis Ramos/ o "Santo" perdeu apoio de um major insicipliando/ viciado no jogo político "dando que se recebe".

Janilson Cordeiro Lindoso o major indisciplinado/ viciado no "dando que se recebe" atua na Delegacia de Polícia/Imperatriz desde a era truculenta de David Alves Silva.  

O major indisciplinado Janilson Cordeiro Lindoso seria viciado no "dando que se recebe" - daria proteção e receberia favores. Lindoso vivia asssim/lindosamente há 18 anos na "Imperosa".

Lindoso gravou o depoimento acima de apoio a Francisco de Assis Ramos/ o Santo. Estava correndo tudo lindo/ lindosamente seria a volta de David como Golias/ Assis delegado/ prefeito de Imperatriz.

Eis que o governo autoriza o remanejamento de todos os policias militares do Maranhão/ para evitar a influência/ vícios/ contaminação política das forças militares nas eleições/2016.

O major Janilson Cordeiro Lindoso indisciplinado/ viciado há 18 anos no dando que se recebe reagiu insultando o governador e proferindo palavras de baixo calão/ mandando todos tomar no c.

É só escutar o depoimento acima e o xingamento abaixo para concluir sobre as razões do major indisciplinado/ viciado no "dando que se recebe" - ele não vai usar a força para influenciar eleitores.



ATENÇÃO CNJ : GENRO DA DESEMBARGADORA NELMA SARNEY/ DEPUTADO EDILÁSIO JUNIOR GARANTE SENTENÇA FAVORÁVEL À WELLINGTON DO CURSO?

O deputado Edilásio Junior é o maior doador da campanha de Wellington do Curso - 30 mil reais. Mas a rede de proteção coloca a disposição de WC toda a influência da família Sarney no Tribunal de Justiça do Maranhão.

                                     EDILÁSIO JUNIOR RECEBEU O DIPLOMA E O MANDATO DA SOGRA?

Edilásio Junior é genro da desembargadora Nelma Sarney/ casada com o irmão de José Sarney/ Ronald Sarney/ o "Roninho". Edilásio Junior é suspeito usar a influência da sogra - Nelma Sarney. Nelma sabe que o genro promete sentenças?

 
                         EDILÁSIO JUNIOR E A SOGRA DESEMBARGADORA NA ALEMA

Edilásio Junior garantiu da tribuna da Assembleia Legislativa que o juiz Cícero Dias/ da 4ª Vara da Fazenda Pública/ da Comarca de São Luís decidirá em apenas 5 dias sobre a acusação de grilagem contra o aliado Wellington do Curso. 

 
A desembargadora Nelma Sarney tem conhecimento das promessas de Edilásio?

A petulância do deputado Edilásio Junior é comprometedora. De onde ele tira a certeza/ com tamanha arrogância de uma decisão que seria usada como argumento político favorável a campanha do protegido Wellington do Curso ?

Wellington é acusado mandar o irmão invadir um terreno do FEPA(Fundo de Pensão dos Aposentados) no Sítio Santa Eulália. A decisão inocentando-o é dada como certa/ devendo ser usada como argumento final de campanha.  

 

CAIU O FEUDO DOS MURAD/ TROVÃO : RICARDO/ TERESA VAIADOS NA MACAÚBA/ SEMBAU/ POVOADOS DE COROATÁ

Finalmente caiu o feudo político das famílias Sarney/Murad/ Trovão - em Coroatá Luizinho de Amovelar tem 51% das intenções de votos contra 41% dos clãs Murad/ Trovão.

Como explicar essa guinada de 360º do eleitorado de Coroatá ? Luizinho de Amovelar trabalhou como "índio"/ comeu pelas beiradas - da zona rural para a urbana.

Amovelar percorreu o chamado "sembau" - áreas distantes/ esquecidas - que fazem conexão com as "trizidelas"/ que por sua vez interligam ambas aos povoados/ área urbana.

Coroatá é maquiada na área urbana/ centro para causar boa impressão política/ mas completamente esquecida nas chamadas áreas dos babaçuais - o sembau - trizidelas/povoados.

Amovelar passou meses em diálogos nos "sembaus"/ trizidelas/ povoados/ conscientizando o eleitor destas áreas periféricas do valor do voto para a mudança/ queda do feudo oligárquico Murad/Trovão.

A presença das Polícias Militar/ Civil/ Federal vai garantir a livre/ democrática manifestação dos eleitores de Coroatá. Ricardo Murad está desesperado. Vejam/ ouçam o vídeo/ audio abaixo: 

Ricardo/ Teresa são vaiados na zona rural. Ricardo ameaça retirar os manifestantes que não deixam Teresa falar.  O povo não aguenta mais 40 anos de enrolação. Enfim caiu o último feudo oligárquico rural.

Policiais civis/ militares/ federais estão presentes em Coroatá para impedir a compra de votos/ a influência do poder político/ econômico. Ricardo/Teresa Murad são encarnações do desespero.

 

 
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