O Governador Eduardo Braide sustenta a exemplo do presidente foragido do Paraguai/ Santiago Peña que o desenvolvimento passa pela atração de investimentos/ empresas sediadas em territórios com políticas econômicas liberais com a redução/ isenção de impostos entre estes o ICMS.
No Brasil empresas que operam em vários estados devem considerar as regras de tributação interestadual. O ICMS é um imposto estadual que incide sobre a circulação de mercadorias e serviços. Braide prometeu a redução como atração para empresas se estabelecerem no Maranhão.
O "país do falsificado" - Paraguai - copiado por Braide atesta importância dos impostos arrecadados para custear serviços públicos/ políticas sociais. Isenção/redução são "sonhos de noite de verão que quase sempre amanhece em tempestade" - impostos baixos em ambiente financeiro falso.
Braide é uma "cópia paraguaia" de Peña. A demagogia da isenção/ redução de impostos estaduais como o ICMS/ pode "quebrar" o Maranhão. O Plano de "Sem Dias"/ com "realidades que deram certo em outros estados"/ revela incompetência/ inexistência de plano original/ atraso de 100 dias de gestão.
O Maranhão vai pagar caro pela opção por emoção/ baseada na "maquiagem" das Avenidas da Capital que aumentaram as distâncias/ consumo de combustíveis em escassez - invés da continuidade/ avanço das políticas públicas de combate a fome/ desemprego/ geração de renda.
Reduzir/ custos/ privilégios é uma excelente iniciativa. Contudo a aplicação dos recursos provenientes da redução não são suficientes para bancar os custos do serviço público - a importância deste setor para o desenvolvimento ficou clara nas últimas eleições do EUA - políticas sociais.





