No mesmo dia em que o candidato Flávio Bolsonaro se reuniu com empresários/ para rever a concessões/ exclusões do Bolsa Família/ elevar aposentadorias tendo a intenção de cortes em benefícios futuros/ desvincular o piso do salário mínimo/ o Senado votou/ aprovou com cheiro/ jeito/ apadrinhamento/ caneta/ martelo de Lula o fim da jornada de trabalho de seis dias/ por um de descanso.
As pautas com interesses inversos no momento de empate técnico entre Lula/ Bolsonaro devem ser exploradas nesta reta final de campanha. Lula defende a continuidade do Bolsa Família no modelo atual - amplo/ geral/ irrestrito aos mais vulneráveis com flexíveis cadastros domiciliares. Flávio Bolsonaro defende modelo mais rígido de concessão/ revisão de dados cadastrais de olho no ajuste fiscal. Bolsonaro crítico da escala 6 X 1/ quer rever alguns pontos.
Flávio Bolsonaro tem se notabilizado por dizer uma coisa em um dia/ no outo voltar atrás com o argumento de "pegadinha". As declarações sobre o Debate da Band servem de exemplo para que a população/ eleitor(a) brasileiro(a) fique atento em quem vai votar no segundo turno. Lula sempre firme em relação ao Bolsa Família de forma ampla/ geral/ irrestrita aos mais vulneráveis e como padrinho/defensor dos seis dias de trabalhos e 2 de descanso remunerados.






















