PRIMEIRO ATAQUE : VIOLÊNCIA FABRICADA E QUE TUDO MAIS VÁ PRO INVERNO

A discussão em torno da violência no Maranhão fixa erroneamente as estatísticas em dados  do início do ano, período normalmente propenso a maiores incidências.

Os jornais "Estado do Maranhão" e "JP" abrem/ fecham as estatísticas. O EMA abre - 2016 Começa com 10 mortes. O JP fecha -  Feriadão do Ano-Novo Fecha com 11 Vítimas.

oestado 
JP 

As incidências de mortes não permitem precisão nem aos computadores. O governador Dino comemorava : "não houve nenhuma morte violenta no período de festas na Grande São Luís".

dino

O Comandante da Polícia Militar do Maranhão, o Coronel Alves informava com dados daquele momento : "Durante os seis dias de festas não tivemos nenhum homicídio em São Luís".


segurança

Percebam os verbos nas declarações das autoridades/ intenções de quem informa - "não houve no período"(Dino) / "durante não tivemos"(Alves). Os jornais informaram - "Começa com 10"(EMA)/ "Fecha com 11"(JP).

O ataque midiático é decorrência dos dados apresentados no fim de 2015. A Secretaria de Segurança Pública fundamentada em dados/ informou a redução de homicídios - de 987 em 2014/ para 910 em 2015. 

A redução da violência se expressa em percentuais positivos (12%). Os dados relativos a Crimes Letais Intencionais - aqueles em que existe a intenção de matar - a redução é significativa - de 8% - e sinaliza que a prevenção destes crimes é real.

Mas o pesquisador da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos(SMDH), Wagner Cabral está "matando/descobrindo" um por turno - manhã/ tarde/ noite - deixando três pra o dia seguinte e que tudo mais vá pro inferno.



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