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CARIDOSOS/ LISOS E FURIOSOS : QUE VENHA O INVERNO/ INFERNO/ CRUZ/ CREDO

Os blogueiros "Caridosos" estão "lisos e furiosos" - Governo do Estado/ Prefeitura da Capital querem distância de pai/ filho/ filha/ irmãos/ vizinhança.

Os "Caridosos" saudaram a chegada do inverno/ inferno com postagens furiosas. "Que venha o inverno"! A tradução real é : Que venha o inferno.

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Esses desalmados não avaliam o sofrimento dos que vivem em áreas de risco. Que venha o inverno ! Que venha o inferno. Mas Deus está no controle.

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Vamos aliviar a maldade dos "Caridosos/ Lisos e Furiosos" com a boa música do "Rei Roberto Carlos". "Que você me aqueça neste inverno...... 



  

2 comentários:

Joaquim Haickel disse...

Ele é conhecido pelo nome de Cesar Bello. Não sei se ele tem outros nomes, mesmo tendo passado parte de minha infância e adolescência convivendo com ele. Somos contemporâneos. Frequentávamos os mesmos lugares quando erámos crianças e adolescentes. Praticávamos esportes no Lítero e no Jaguarema. Para você que é mais jovem, Lítero e Jaguarema eram os dois principais clubes sociais de São Luís entre os anos 50 e 80.
Os filhos dos sócios destes clubes frequentavam as escolinhas de esportes existentes neles. Eu praticava basquete e junto comigo estavam Rachidinho, Gercinho, Charles, Tadeu, Ferreirinha, Eduardo Figueiredo, Eduardo Castelo Branco, Zé Galinha (falecido), Valmir, Edgard e os irmãos Newton e Cesar Bello.
Erámos alunos dos colégios Batista, Marista, Escola Técnica, Zoé Cerveira… A cidade de São Luís tinha apenas 350 mil habitantes em 1974.
Ele sempre foi uma pessoa problemática, sempre foi o que as pessoas chamavam na época de “perdido”. Isso se pode constatar perguntando aos contemporâneos, aos professores como Gafanhoto, Paulão, Carlos, Sergio…
Está pessoa tem um defeito físico e todos o chamavam por um apelido alusório. Eu nunca fiz isso. Não que eu fosse melhor que meus colegas, mas porque era muito tímido e retraído.
Newton, o irmão dessa pessoa, sempre foi mais simpático e amável que ele. Elizabete, a irmã deles era uma das moças mais bonitas daquela época, mas os três foram criados de maneira diferente daquela com que eu e alguns outros amigos fomos criados. Eles tinham uma vida muito mais liberal e pouco controlada que nós.
O tempo se passou e as distâncias ocasionadas pelas formas educacionais e culturais foram ficando cada vez mais evidenciadas. O acesso ao álcool e às drogas transformaram alguns daqueles jovens em verdadeiros marginais. Alguns tiveram que ser internados em clínicas de tratamento de dependentes químicos, uma, duas, três e mais vezes.
Lembro que um grande amigo deste cidadão, alguém que ele hoje insulta e agride o levou pessoalmente para interná-lo em uma clínica em Goiânia. A paga que o cão danado dá a quem lhe cuida é a mordida raivosa.
Este sujeito, que já tinha o vírus da amargura, adquirido por via genética, desenvolveu o vírus do recalque por vias profissionais. Advogado teve sua inscrição na OAB cassada por transgressões ao código de ética da categoria. Desenvolveu o vírus da inveja por ver todas as pessoas com quem conviveu na infância e na adolescência vencerem na vida e ele ficar estagnado por não ser capaz de construir nada, porque tudo em que coloca a mão, estraga.
Ele deve olhar para mim e ver que ele poderia ser pelo menos um pouco parecido comigo. Ele deve ver que me formei em direito, que me elegi deputado aos 22 anos e que continuei fazendo o que desejava e que em tudo tive algum sucesso, e ele deve ter se perguntado: por que isso não acontece comigo?
Então já que ele não pode ter tudo que eu tenho, que ele não pode ter nada parecido com o que eu tenho, então ele resolve tentar destruir o que eu sou, o que eu tenho, o que eu represento.
É por isso meu caro Antônio Carlos que até hoje nunca respondi nenhuma ofensa vinda desta pessoa, para quais meus únicos sentimentos são de desprezo e pena.
Uma vez já tive ódio dele. No dia em que em um de seus textos imbecis ele agrediu uma de minhas filhas. Cheguei a pensar em procurá-lo para dar-lhe uma surra como no tempo antigo, mas a sabedoria que acumulei nesses anos todos serviu para ver que encostar a mão numa criatura fétida só iria fazer com que eu me sujasse.
Há em seu texto amigo Antônio Carlos, um trecho que eu acho perfeito, é quando você comenta a forma antagônica com que a sociedade maranhense e as pessoas que a compõe veem a mim e a ele. Isso basta para lavar minha honra.
Não há nada que pague saber que todos sabem fazer a diferença entre Joaquim Haickel e Cesar Bello.

Anônimo disse...

Há várias semanas amigos e leitores do blog indagam se não vou responder a uma série de acusações ou críticas de um blogueiro imbecil e que nada vale.

Todo dia, um bacharel em direito, que teve seu registro de inscrição na OAB cassado como advogado por picaretagem tenta atingir o blog. Por uma simples razão: quer mídia.

Imagine ele, que nunca teve nem 10% dos acessos diários deste blog. Nunca fez em um só dia 32 mil acessos e nem tem em média 15 mil diários.

O que devo dizer a um chantagista que, por ordem do grupo político a quem servia, tocou fogo na prefeitura da capital?

O que devo falar de um elemento que serviu à ditadura militar, que deu golpe no ex-patrão Sarney Filho? Como posso comentar algo sobre alguém, que se utiliza do escudo da esquizofrênia e da loucura com passagem por clínicas de alucinados?

Como falar de uma pessoa que teve o registro de inscrição da OAB cassado por picaretagem? O que dizer de um fracassado que nem na sua proifissão conseguiu êxito?

Como posso comentar aqui no meu espaço sobre alguém que vive feito gigolô de uma pensão da sua própria mãe, viúva de um desembargador?.

O que posso dizer de um sujeito fracassado profissionalmente e amargurado até nos amores? Não, prefiro tê-lo como um indigente, um indivíduo qualquer. Meus dias são belos. Sua rotina, complicada, doida e sem rumo. Aliás, é a própria família quem atesta o que digo.

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