A Greve nos Transportes Públicos na Capital do Maranhão perdura desde o início das duas últimas gestões municipais/ consequentemente remete ao prefeito Eduardo Braide/ que não teve ao longo de seis anos capacidade política/ administrativa de intermediar/ solucionar ou pelo menos estabilizar/ regularizar a questão.
Eduardo Braide não saiu da "bolha"/ não dialogou com as partes envolvidas - a população/ rodoviários/ empresários. Braide preferiu durante todas as crises usar as redes sociais como vítima dos empresários e agora das "armações políticas". Deu certo até o "Uberbraide" que se mostrou paliativo cheio de furos/ falhas.
Sem o apoio incondicional/ questionamentos da população sobre a falta de políticas públicas acertadas para o setor/ Braide correu para Polícia Federal para propor investigação sobre as "causas políticas da greve". Braide quer ganhar tempo/ sair da Prefeitura de São Luís como vítima do conluio político empresarial/ partidário.
Um punguista ou modernamente pokpoquer - batedor de carteira - chamado "Faísca"/ rápido/ fagueiro/ "ensaboado"/ usava como ambiente de trabalho os transportes coletivos. "Faísca" tinha uma estratégia de vítima infalível quando flagranteado : ao ouvir os gritos pega o ladrão descia da lotação gritando "pega o ladrão".




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