DA MADRE DE DEUS PARA A MADRE MAL : FORAM 35 ANOS

Nasci/ cresci/ me entendi por gente na periferia do Centro da Capital, no maravilhoso bairro denominado Vila Bessa.

Costumava ver/ouvir/ cantar com os Fuzileiros da Fuzarca/  ver a Turma do Quinto passar/ da janela do escritório do meu pai.

A convivência era democrática em plena ditadura. Uma louca chamada por "Mocó-Jabá" sempre questionava na mesma janela :

"Tem sapato para caranguejo" ?

"Tem suspensório para cobra"?

As respostas são obviamente negativas. O inusitado/ esquisito do questionamento dão margem ao pensamento teratológico - absurdo.

A Madre de Deus tem jeito ?

O Lira/ Belira/ Codozinho/ Macaúba do mesmo jeito ? 

O fenômeno lento/ gradual/ fatal/obviamente negativo durou três décadas, sendo idêntico ao ocorrido no vizinho Bairro de Fátima.

"Tem sapato para caranguejo?"

"Tem suspensório para cobra?"



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