DINO BOTA FAMÍLIA ITAPARY PARA TRABALHAR

Joaquim Itapary, Benedito Buzar e as respectivas famílias sempre tiveram/ mantiveram no período de mando/desmando de Sarney as melhores sinecuras no quadro funcional do estado. Qual o motivo dos privilégios?

Itapary/Buzar eram os principais vassalos de José Sarney. Quando Sarney rompia com os governadores Itapary gestava artigos, Buzar fazia o fuxico, defenestrando os adversários do morubixaba.


Itapary, o "Tamanduá" pariu a crônica "Quando as Flores Começam a Murchar" e Sarney assinou. Era uma critica ao então governador Pedro Neiva de Santana, que rompera com o senador José Sarney em 1972.


O ex-governador Pedro Neiva já estava velho, enrugado, careca, caquético e seu filho, Jaime Santana, o "Jaiminho" que aposentou-se pela Caema, era quem de fato governava o Maranhão.

Itapary usou o título do livro "A Dança dos Chimpanzés" do jornalista Dino Segre,  conhecido pelo pseudônimo Pitigrili para provocar o governador Nunes Freire, que  também rompeu com Sarney em 1976.


Nunes Freire era negro. Freire passou todo o governo sendo subliminarmente alcunhado de "macaco" pelo jornal da família Sarney "O Estado do Maranhão". Até hoje Marcelo Itapary, filho de Joaquim é o advogado do EMA.

A Dança dos Chimpanzés

Itapary voltou a produção bissexta- de quatro em quatro anos - com o artigo "João Caramuru o Governador Incendiário", quando Sarney rompeu com João Castelo em 1982. Castelo havia sido gerente de uma Agência do Basa que incendiou.

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Itapary parou em 1986, quando Luís Rocha também rompeu com Sarney. Rocha foi alcunhado em artigo "Lóia, Régua e Compasso da Paranoia". Rocha dizia com a língua no palato "Sarney é minha régua e meu compasso".


Itapary voltou a parir artigos contra governadores depois dos 15 anos de governo de Roseana Sarney. Motivo? Sua filha, Márcia Itapary que autodenominou de "festeira", distribuindo vários outdoors em São Luís também foi demitida da EMAP.


Márcia Itapary, a "festeira" estava há 15 anos na EMAP sem trabalhar/ com gordo salário. A dondoca armou vários barracos na disputa pelo amor do cantor de Axé, Pepê Junior. Do outro lado a filha de um apresentador de televisão. Tudo Ka bi de.

O Maranhão despertou com Dino. Dino não vai murchar. Acabou o fuxico, a difamação, o baronato dos Itapary. Para as previsões de Buzar e o aborto verbal de Itapary, Vladimir Maiakóvki :

DESPERTAR É PRECISO

Na primeira noite eles aproximam-se e colhem uma flor do nosso jardim e não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem; pisam as flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada.

Até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada.


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