Tem coisa que a pessoa não consegue esconder/ entre elas a origem que em algumas situações levam a um destino inevitável. Braide vindo do pó da velha política a ela já retornou/ ainda antes de assumir o governo.
Braide em almoço para poucos criou o "Clube dos 30" - ainda não tem nada haver com os 30% de Edinho Lobão. Trata-do privilegiado grupo de prefeitos "de primeira hora"/ que o apoiaram ainda no início da pré-campanha.
Ao estabelecer diferenças antes de assumir o governo fica evidente o "pó da velha política" no paletó da posse. Braide ainda não desceu do palanque. Deveria estar ocupado com a futura gestão e não com futuras eleições.
O comportamento sinaliza à gestão que fará diferença entre aliados em prejuízo das prefeituras dos outros municípios. A separação é um antigo instrumento de compensação aos amigos e de pressão nos indecisos.
Governador não pode assumir compromisso de reeleger tendo como critério o apoiou "de primeira hora". Fidelidade é coisa para ser respeitada e tratada de maneira pessoal e não dispor a máquina do Palácio dos Leões.
Tem prefeitos que já sabem que vão "mamar no peito do governo eleito" e os outros tem de disputar o ósculo - beijo - do mesmo peito? Salomão - versão Vulgata - no Cântico dos Cânticos diz ser "melhor que o vinho".
O governo que se avizinha não merece tradução/ previsão pautada na versão antiga da Bíblia no espetacular Cântico dos Cânticos de Salomão. Fica melhor com o brega "gosto de mamar no peito da cabritinha".
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