O governador eleito Eduardo Braide mais a vontade soltou a língua em almoço com o "Clube dos 30". Braide disse que não pediu votos para o irmão/ Fernando Braide tido/ havido como "Iminência Parda" - aquele que exerce poder de forma oculta - do futuro governo "dos Braides".
Eduardo Braide não entendeu a resposta das urnas ao não eleger o irmão/ Fernando / o "Iminência Parda". O eleitor disse soberano : "governo não é para irmão/ tem como destino o povo do Maranhão". Braide engasgou ao servir no rega-bofe o irmão Fernando como ponte/ "Iminência Parda".
Dostoievski : "ao se apaixonar por outra versão do mesmo sistema/ o povo fica cego/ surdo até que sinta saudade da velha ou outra paixão". Marx : "a história se repete como tragédia/ depois como farsa". Cícero desde a Roma Antiga : "até quando vão abusar de nossa paciência"? Acho que sempre.
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