Passada a "Inquisição Midiática" chegou a hora de tratar o assunto a luz da lei que prevê para todos e em todos os casos a utopia da ressocialização - trazer os apenados de volta para o convívio social.
Ocorre que para isso seriam necessárias práticas psicológicas/ psicanalíticas com objetivo de gerar entendimento do caráter criminoso das suas ações à aqueles que demonstrem capacidade para tal.
Porquê são não existem investimentos mínimos neste sentido? Poucos aceitam tratamento/ entendimento sobre o crime - o medo da confissão - mas aceitam o trabalho - psicoterapias - como redutor das penas.
O sistema penitenciário é apenas multiplicador de condutas criminosas. Igual ou pior do que Carolina dos Anjos tem aos borbotões manipulando/ maltratando domésticas/ comerciárias/ funcionárias ou familiares.
Carolina tem de ser punida e tratada de acordo com a lei/ jamais ser beneficiada por suposta inimputabilidade ou semimpudabilidade penal. Como fica o meio que a produziu a sua doentia história de vida?
O sentimento de impunidade foi gerado desde quando? Nos primeiros erros sem o entendimento? Pelos amigos que incentivaram a destemida "Carol das Antigas"? Melhor punir/ tratar de forma exemplar ou multiplicar?
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