Alvo de uma impugnação por “vícios metodológicos”, a pesquisa Veritá de intenções de votos para o Governo do Maranhão segue levantando debates por conta da resultado absolutamente fora da curva apresentado nesta semana.
Os números apresentados contrariam prognósticos divulgados nos últimos dias por institutos renomados como Quaest, Paraná Pesquisas e Econométrica, todos apontando uma disputa que se equilibrou entre da Eduardo Braide (PSD) e Orleans Brandão (MDB).
Uma das distorções já apontadas é que a estratificação do Veritá privilegia a capital, com 30% dos entrevistados, quando São Luís representa menos de 18% do eleitorado maranhense. Essa escolha acaba por privilegiar Braide.
Outra dado, no mínimo, curioso: na pesquisa desta semana, o Veritá diz que, para a disputa pela presidência da República, Lula, do PT, e Flávio Bolsonaro, do PL, estão tecnicamente empatados no Maranhão, contrariando todos os institutos reconhecidamente idôneos, que dão o atual presidente como o preferido dos maranhenses, bem à frente do seu opositor.
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