A decisão justa/ clara/ objetiva/ da desembargadora Graça Amorim não deixou espaço para o prefeito Eduardo Braide vitimizar-se como de costume.
Foram mantidos os créditos suplementares - tem como pagar as despesas - mas não poderá ampliar novos atos que ampliem despesas/ criem obrigações.
Os professores não deixarão de receber com retroativo desde 1º de janeiro/ inclusos na folha de fevereiro. Braide não pode usar a decisão para justificar atraso.
A Câmara Municipal tem 4 dias para votar o Orçamento/ 2026 e determinada reunião entre Braide/ Paulo Vitor em 48 horas/ para solucionarem o impasse.
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