A discussão sobre a rentável troca dos depósitos judiciais do TJ-MA - saiu de 3 milhões para mais de 13 milhões mensais - que deixou a carteira do Banco do Brasil para o BRB(Banco Regional de Brasília)/ não podem servir de instrumento eleitoreiro à candidaturas ao governo de Brasília.
Existe a suposta determinação na disseminação do "cosummatum est"/ está consumado o prejuízo dos depósitos judiciais/ por jornalista conhecido como "Capeta"/ candidato ao governo de Brasília? A chance é zero porcento de eleger-se. Por cá ele passou como "novo Vitorino"/ com a devida inversão do "quero/ mando e faço" a um dos "Deuses do Olimpo".
Jogaram no "breu das togas" desconfianças sem procedências/ provas/ fundamentos/ nexos/ vínculos. Questionam o repasse de15 milhões do BRB ao TJ-MA/ repassados com toda certeza para garantir os valores mensais da remuneração acordada. Era para dá prejuízo com a mudança? Isso não é masoquismo ou "viralatismo" de gestão. A quem interessa a presunção?
E tudo acontece em mais uma passagem do "Deus" na "Ilha do Amor". Tudo orquestrado. Primeiro um jornalista que domingo é uma coisa/ sexta/ sábado é outra/ que ventilou o assunto para em seguida tentar atingir a vida privada da "pessoa foco". Agora um "informante"/ que questiona o destino dos valores depositados no Fundo de Reaparelhamento do Judiciário.
Tivesse o escriba mistura de X-9 com Informante procurado saber a função do Fundo de Reaparelhamento do Judiciário/ observaria as múltiplas funções e a destinação destes recursos em benefício do Judiciário e dos cidadãos pela emissão dos respectivos alvarás/ oriundos da varas judiciais a que estavam vinculados/ independente da mudança do BB para o BRB.
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