6 de abril de 2021

DI AMBAS AS PARTES? É SADOMASOQUISMO PAGAR PARA O AMIGO ESCULHAMBAR SEM FUNDAMENTO/ JUSTIFICATIVA? ATÉ ONDE DEVE SER O LIMITE DA TOLERÂNCIA? O CEU/ AS NÚVENS OU A FUMAÇA DO "CACHIMBO DA PAZ"?

Li sem preconceito o desabafo do Secretário de Comunicação Joaquim Haickel  sobre sua respeitosa/ considerada relação/ tolerância com o jornalista Raimundo Garrone.

Haickel relembra os esforços para conseguir patrocínio para "Bandida"/ fonte de renda anual de Raimundo Garrone/ Miltinho Guedelha entre outros promotores culturais.

Haickel coloca de forma objetiva que Garrone "critica Braide por motivos meramente político-partidário/ sem jamais reconhecer que a gestão do atual prefeito tem feito". Isso é correto?

A urbanidade política é "di ambas" as partes? Não. O primeiro/ Joaquim Haickel tenta estabelecer a relação institucional/ dando liberdade/ responsabilidade aos operadores das mídias.

O segundo que lembra as sobras de um cigarro - "me dá o/ ou um "segundo" - Raimundo Garrone se sente a última que Bob Marley fumou. Critica a pedido de Dr. Pêta/ do "Capeta".

Seria sadomasoquismo pagar o jornalista amigo para esculhambar sem fundamento/ justificativas fáticas plausíveis a promissora/ competente gestão de Eduardo Braide? É tolerância de Haickel.

Por mais que Haickel seja bem intencionado deve existir limite. Para Garrone é o ceu/ as nuvens ou fumaça do "cigarro do índio"? "Aperta/ puxa/ passa". Garrone "se acha"? Então devolve.

Pontes de Miranda tem uma obra prima - Mão/ Garra/ Dedo . A "Garra" representa nossos atavismos animalescos. A "Mão" que se estende ao diálogo. O "Dedo" que indica/ aponta/ critica.

Garrone sempre foi gasoso/ enjoado como marola de diamba. Garrone se transformou em ficção midiática do Parque dos Dinossauros/ o Rex que também atende como cachorro dos Leões.  




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