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ACHADOS&PERDIDOS : DELEGADO/ EX-SECRETÁRIO SEBATIÃO UCHÔA SE ACHA E NÃO QUER TRABALHAR EM DISTRITAL

Sebastião Uchôa se acha - pensa que é insubstituível por onde passa. Uchôa foi "achado" pelo então Secretário de Segurança, Aluísio Mendes, quando estourou na imprensa nacional a barbárie em Pedrinhas(janeiro de 2014).

Decapitações/ esquartejamento/ mortes de 62 presos, em represália as condições medievais de convívio nas celas desgastavam a imagem do governo de Roseana Sarney. Mendes para não cair resolveu "dividir" a Segurança com Uchôa.

Aluísio recomendou Uchôa para administrar os presídios do Maranhão. A Secretaria de Administração Penitenciária(SEAJAP), foi criada para despressurizar o cerco da mídia,  que pedia todo dia a cabeça de Mendes da SEGUSP.

No cargo de Secretário de Administração Penitenciária, Uchôa se achou o "sabe tudo" - discurso científico, frases de efeito/ firulas técnicas, mas não ocorreram progressos nas condições carcerárias, durante a sua ineficiente gestão.

Uchôa se acostumou na cúpula da Segurança Pública/ Administração Penitenciária. Designado para a Distrital do São Raimundo, "Uchôa chiou". Disse que corre risco de vida na Delegacia do São Raimundo, teme represália do "Bonde dos 40".

"Uchôa se acha", compara-se ao delegado Stênio Mendonça, morto por ações investigativas contrárias aos interesses dos poderosos. "Uchôa se perde", termina atirando inconsciente em Roseana Sarney, governadora na época do assassinato.

Os principais envolvidos na morte do delegado Stênio Mendonça eram ligados por laços políticos/afetivos a então governadora Roseana Sarney - o deputado José Gerardo/ correligionário dos Sarney e o empresário Joaquim Lauristo compadre de Zequinha.

Roseana Sarney sabia que se não solucionasse o assassinato do delegado Stênio Mendonça - morto em 25 de maio de 1997 - acabava sua carreira política no fim do primeiro mandato(1998). Então ela "achou" o delegado da Polícia Federal Raimundo Cutrim.

Cutrim investigou/ "achou" nomes/ pessoas físicas dos executores/ mandantes do assassinato do delegado Stênio Mendonça. Cutrim virou o "homem de ouro" da Segurança Pública/ elegeu-se/ reelegeu-se deputado estadual.

Cutrim "perdeu-se" quando "achou" Mendes, segurança/ guarda-costa de José Sarney para substituí-lo. Mendes repetiu a história como farsa, encontrou a proteção de Fernando Sarney/ Ricardo Murad para eleger-se deputado federal.

Uchôa acha-se entre "achados/perdidos". Não se espantem com a pretensão política dos delegados de polícia no Maranhão. A história do pernambucano Vitorino Freire começa na assessoria de um delegado de polícia chamado "Bala na Agulha".

Uchôa como Vitorino é pernambucano. Quem sabe não seja transformado em vítima de perseguição política e resolva candidatar-se. É difícil  eleger-se, não tem mais "Bala na Agulha"/ nem de Vitorino/ nem de Sarney. O "Bonde dos 40" é preocupante.

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