O governador eleito Eduardo Braide finalmente desceu do palanque. Braide promete Plano de Ação para os 100 primeiros dias de gestão/ mas como outros governadores não falou em Calendário de Trabalho que permitiria manifestação/ participação popular por regiões/ apresentação de projetos/ programas/ iniciativas da prometida transformação.
O governador Eduardo Braide prefere copiar o que teria dado certo em outros estados. A ideia do choque de gestão pela importação de modelos gestão que deram certo em outras localidades pode não servir para o Maranhão. Diminuir o número de secretarias em um estado pequeno pode ter dado certo lá/ todavia pode não dá certo no Maranhão.
Braide admitiu não conhecer o Maranhão. Logo não poderia conseguir fazer um Plano de Governo identificado com as realidades das diversas regiões maranhenses. Esse "Frankenstein Administrativo" com base no que deu certo em outros estados/ vai atrasar por 200 dias o desenvolvimento do Maranhão. Isso representa na prática quase um ano de gestão.
Vamos aguardar o "Frankenstein Administrativo" de Eduardo Braide. Não se sabe se a cabeça é "chata" do Ceará. Mas se a visão for do turismo traga. A tal Caveira de Burro do Piauí nem por imaginação. Contudo se for o modelo de gestão financeira do Fonteles tenta executar. Entre os Jader's do Pará escolhe o Filho/ ex-ministro das Cidades do governo de Lula.
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