José Sarney polido nas suas críticas/ perdeu a paciência com Dino ao lhe alcunhar como "professor de Deus ". Sarney desceu mais alguns degraus e fez analogia entre a "pança" do seu avô/ o desembargador vitorinista Nicolau Dino e a do neto/ Flávio Dino que cresceu muito durante quase uma década como governador.
Dino sonha chegar a Presidência/ persegue a sombra de Sarney que seguiu a de Urbano Santos
Dino entrou nos Leões mandando pedir "bandecos"/ prometeu acabar com a fome. Ao fim do seu governo não conseguiu o que o atual adversário/ o governador Carlos Brandão fez - tirou do Maranhão o título de "Campeão da Miséria/ Fome" - possível fato gerador das atuais diversidades. Dino prometeu/ Brandão fez.
Flávio Dino/ segundo Sarney não aceitaria ser superado nem por Deus. O tom professoral na fala melosa e o gesticular excessivo lembra o Arcebispo maranhense falecido/ Dom José da Mota e Albuquerque/ apelidado de "Leão Dengoso". Qualquer semelhança é apenas com caráter histórico/ apostólico romano.
Dino/ Gilmar são frutos de castas jurídicas financiada por fazendeiros das quais descendem. A retórica aristotélica bufa não lhe tira dos argumentos a exaltação ensinada por Tolstoi/ tão pouco do pensamento a capacidade inquiridora de Dostoievski. De tudo um pouco. Mas "Professor de Deus" é muito.
A mente de Dino forjada em casta jurídica financiada por fazendeiros é autoritária/ não admite o contraditório/ reage de forma vingativa/ como em relação a Carlos Brandão parceiro na posse/ adversário por superação na gestão no combate a fome/ miséria no Maranhão. Dino persegue a sombra de Sarney.
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