Dois fatores foram importantes para "bater/voltar" da "porta do céu"/ pelo menos por enquanto. A fé em Deus "que todo tempo é bom" e o excelente trabalho dos experientes profissionais do Socorrão 1.
Tiveram momentos difíceis nas primeiras horas da cirurgia e 72 após. O frio intenso na "ida a porta"/ as convulsões/ falta de ar na volta". Ademais as terríveis dores da laparoscopia comuns a todos.
Como foram 3 úlceras e uma hérnia umbilical já estufada as dores se multiplicaram ao cubo. Dado a grande quantidade de pacientes fica impossível atenção além do possível a todos no local.
A dificuldade de desconectar com a "porta do céu" se dividia com a realidade do ambiente de dores/ lamentos. Eu não conseguia dormir e ao 3 dia tomei diazepan que me levou ao mundo lisergico.
A dor ao quadrado produziu enormes imagens desconexas de um cubismo colorido - vermelho/ azul. A dor venceu/ continue sem dormir com as costas esfoladas/ envolvidas em um paletó de madeira- a maca.
Mas quero reiterar o meu reconhecimento/ agradecimento a equipe médica/ de enfermagem/ maqueiro/ copeiros/ limpeza que democraticamente - do/ pelo e para a todos - atendem no Hospital Djalma Marques.
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