Estou aqui no Hospital Djalma Marques/ o Socorrão 1/ convalescendo de um quase mortal laparoscopia - fora 3 úlceras suturadas. Aguardo o processo de recuperação com muita fé em Deu/ a que agradeço poder continuar escrevendo/ meus familiares e ao corpo de profissionais desta Casa de Saúde que se justifica pelo nome - um lugar de muitos apelos/ resultados diários salvando vidas.
Que ninguém queria passar pelo que passei nos últimos 5 dias. Cheguei aqui na madrugada de domingo como um cidadão/ não falei de nada/ ninguém/ fui atendido e por enquanto estou vivo. Meu reconhecimento/ retratação a prefeita Esmenia Miranda que discretamente faz o que é devido - salva vidas sem interessar a quem. Outras instituições também salvam vidas por todo Brasil/ Maranhão.
O que me deixa deprimido depois desse sofrido/ hercúleo momento contra morte - na laparoscopia as tripas são jogada para fora/ para dentro novamente/ muito sofrido - é observar os Ministros do STF fazerem os mesmos movimentos com as togas. Criei forças para escrever esse texto porque entendo que sempre é possível reagir/ ainda que na presença da morte. A recuperação é lenta.
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