A política maranhense retrocedeu aos tempos cinzas do perseguidor vitorinismo/ com uso da influência nos Três Poderes/ mídias/ tendo a mentira como poderoso instrumento de "convencimento".
A estratégia dinista adredemente preparada encontrou forte resistência em boa parte da mídia/ diante do desgaste da quebra do sigilo da fonte em episódio de suposto uso de carros oficiais. Dino saiu queimado.
O grupo Brandão erra quanto a credibilidade/ despreparo na contra-ofensiva- não atinge os alvos. Os dinistas ainda respiram pelos "pulmões sujos" de um homicida solto para produção do desgaste do adversário.
Gilbson vai continuar solto/ com língua de serpente espalhando veneno. Brandão tem que agir como "texugo"/ morder/ esmagar sem medo a cabeça da serpente que abana/ se esconde nos panos supremos.
Carlos Brandão não tem como e nem deve buscar quebrar sigilo de fonte/ saber quem paga as mídia para produzir desgaste da sua gestão. Mas deve responder imediatamente a todas acusações de plantão.
Não basta mostrar que as versões Gilbson são falsas. Tem de bater no cravo e ferradura / mostra a verdade/ de onde parte e a intenção da mentira - beneficiar a eleição do adversário Eduardo Braide.
O dinismo errou no tempo - a não ser que tenha munições que convença com a verdade/ credibilidade. Mentiras da boca de Gilbson perderão sentido em dias/ terão efeito contrário na propaganda eleitoral.
O afastamento do governador Carlos Brandão perdeu novamente a pressão. As bases governistas continuam alinhadas. Felipe Camarão é um zero eleitoral a esquerda. Braide continua sem povo.
Não mudou nada. O povo reagiu com indiferença as narrativas midiáticas e a possibilidade de abstenção é grande. O debate continuará a ser o principal momento da definição do eleitorado maranhense.
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