Pouco provável que o governador Carlos Brandão possa ser afastado pelo Ministro do STF/ Flávio Dino pelas infundadas/ inconsistentes declarações do "homicida eleitoral" Gibson Cutrim.
Gibson Cutrim é a encarnação da contradição - uma hora diz que levava dinheiro no Palácio dos Leões para Daniel Brandão em outra relata a presença deste em ambientes externos.
Gibson Cutrim disse inicialmente que matou para proteger sua família e em delação premiada que reagiu a uma emboscada. Mas só Gibson estava armado. Mentiroso ou delator ensaiado?
A prova testemunhal é a "prostituta das provas". Proveniente de Gibson Cutrim e utilizada para ejetar Carlos Brandão do cargo fere o juízo justo/ a lógica judicial na proteção da inocência.
A divisão em objetiva/ subjetiva/ formal é parte central na aplicação da prova testemunhal. A interpretação unilateral protegeria delinquentes/ fere os inocentes como uso de acusações injustas.
A lógica da prova a testemunhal não pode se firmar nos alicerces carcomidos de vontades políticas/ sob pena de gerar a intranquilidade jurídica. Mas na "guerra o último que se mata é o amigo ou ex".
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