O excêntrico ex-presidente Jânio Quadros renunciou e atribuiu o gesto a "forças terríveis" - disseminada e assimilada pela população como forças ocultas para não bater de frente com o poder econômico/ que rejeitava João Goulart vice-presidente.
Jânio Quadros assumiu o poder com grande apoio popular/ implementou medidas austeras/ enfrentou dificuldades com partidos/ militares. Jânio tentou um auto golpe - voltar ao poder com maiores poderes. O Congresso não assimilou a manobra.
Jânio Quadros descreveu o cargo de presidente como "suprema ironia" - "de um lado um inferno/ do outro melhor que ter orgasmo". Jânio confessou que a renúncia foi uma articulação : "pensei que exigiriam que ficasse/ Jango era inaceitável para elite política".
Renúncia voluntária é morte política antecipada - "rei morto/ rei posto". A renúncia por pressão é um inferno/ pior do que a disfunção que retira o "prazer supremo". O "quadro" político maranhense vai além das forças ocultas/ chega a "força suprema".
A "elite política" dinista se sustenta na "força suprema"/ não aceita Orleans. "Eduardo Supremo" recebeu de casamento "fusca/ candidato chamado Fufuca". Falta quem saiba disseminar antipatia aos eleitores contra "força" suprema da mesma forma velada.
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