Em meio as lides forenses/ agonia dos prazos cíveis/ criminais/ consultas/ comunicação via What Zap/ atendimento presencial de clientes no Sistema Penitenciário de Pedrinhas/ li sem muita atenção/ nas redes sociais a informação de nova Operação - "Inaudita" cujo significado é "sem que a outra parte seja ouvida" - da Polícia Federal/ mais uma vez na histórica sede do Tribunal de Justiça do Maranhão.
Já tarde da noite/ compulsando a decisão foi possível observar a extensão da corrupção/ tráfico de influência/ lavagem de dinheiro e os nomes dos envolvidos. O ex-deputado Manoel Ribeiro/ os desembargadores Guerreiro Junior/ Belchior/ o advogado Ulisses Martins e até Francisco Adalberto Moraes Silva/ o "Chicó" usado como telefone "molecular" - moleque vai acolar e diz isso no pé do ouvido de fulano.
Desta feita as investigações detalham procedimentos/ pedidos "extra petita" - aqueles que não constam nas petições e que envolvem pagamentos indevidos/ caracterizando corrupção/ tráfico de influência/ lavagem de dinheiro. Para quem paga celeridade/ deferimento dos Embargos de Declaração. A outra parte embora peticione nos prazos leva "embargos de gaveta" e depois tem todos pedidos negados.
Caiu 69 mil reais na conta do filho do desembargador Luís de França Belchior 24 horas depois dele assumir - quanto ganharia a cada 48 no cargo por 5 anos? Guerreiro deve ser preso no Sistema Penitenciário de Pedrinhas - "contumaz reincidência continuada". Belchior suposto "parça" de Guerreiro/ não conseguiu "pé de meia"/ foi afastado por um ano/ na véspera da compulsória por idade - aos 75 anos.
A data dos supostos crimes é anterior a mudança da legislação correlata em andamento/ sob a batuta midiática de Flávio Dino/ Ministro do STF/ fato que garantiria que os efeitos não fossem retroativos. Existe entendimento em contrário/ considerando a Reforma da Previdência - promulgada pela Emenda Constitucional 103/ em 13 de dezembro de 2019 . Não existe "impunidade compulsória" para os crimes em testilha.
Volto ao "Cemitério das Togas" durante a Semana Santa/ abordando a ação dos "Apóstolos da Corrupção no Judiciário do Maranhão" e seus seguidores - advogados/ servidores/ "aparelhos moleculares". Repito : a maioria dos desembargadores/ juízes são honestos. Uma pequena minoria transforma há décadas a toga em mortalha. A conta chegou com correição. Uns ao voltarem aos cargos repetem as reprováveis condutas.
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