O ainda prefeito de São Luís Eduardo Braide criou um "estado braidico" - composto por descendentes libaneses/ árabes que residem no Maranhão - onde seria possível governar sem a maioria parlamentar. Deu certo ante a despreparada Câmara de Vereadores São Luís que apesar dos mais de 400 anos na história política ludovicense/ não acompanhou a evolução do sistema político estadual.
Eduardo Braide usou as redes sociais como "parlamento" e lá comunicou atos/ obras/ serviços/ inaugurações/ relacionando-se com um ou no máximo 2 vereadores - Joel/ Douglas - durante os 6 anos de gestão. Braide não está nem aí para a "errata" - seria nominata - de candidatos a deputados. Ele pensa que em improvável governo faria com a Alema o que fez com Câmara de Vereadores de São Luís?
O devaneio dos seguidores do "estado braidico"/ sob o comando do irmão/ o "sub-Aitolá Fernando Braide" seria tão louco/ que usando a prosopopeia - atribuir características humanas a objeto - diriam que até as máquinas - caminhões betoneiras/ escavadeiras/ perfuradoras - gritariam o nome de Braide - bra-bra-bra-brai-braide - quando em pleno funcionamento nas obras por toda a "minha" São Luís?
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