A cambaleante gestão de Eduardo Braide respira por decisões judiciais. Braide presunçoso não aceita dialogar. Foi assim com os rodoviários/ da mesma forma com os vereadores.
Em decisão anterior a desembargadora Graça Amorim sugeriu uma reunião institucional entre o prefeito Eduardo Braide e Paulo Vitor/ Presidente da Câmara de Vereadores da Capital.
Braide "deu de ombros/ fez beicinho"/ entrou com agravo interno/ conseguiu manter liminar proferida pelo juiz singular Douglas Martins/ que autoriza gastos temporários/ excepcionais por decreto.
Cabe a Câmara Municipal de São Luís interpor agravo interno contra a decisão monocrática do desembargador Jorge Rachid/ que autoriza gastos ainda que temporários/ excepcionais por decreto.
Teria tido até corrente de oração?
"Oh mestre fazei de mim um instrumento da Justiça/ aonde houver Braide que eu leve Rachid/ aonde houver Rachid que leve Braide/ pois é rachidando que se braida/ é braidando que se rachida".
Isso é normal das lides jurídicas - o contraditório. Recorrer das decisões/ interpretações/ principalmente as monocráticas/ buscando outro entendimento que dê sustentação a pretensão de cada parte.
Portanto/ para evitar interpretações ambíguas descabidas/ esclareço de antemão que o "rachidando" é no sentido que a decisão deu regularmente folego a gestão. O braidando refere-se ao direto de buscar a Justiça.
Tira meu nome da boca de Matildanas:


Nenhum comentário:
Postar um comentário