Depois de conseguir reverter os efeitos da decisão da desembargadora Graça Amorim sobre a liminar do juiz Douglas Martins - proibia a abertura de novos créditos além dos suplementados anteriormente - Braide conseguiu no mesmo dia(12)/ durante o crepúsculo do Palácio Clóvis Bevilaqua/ na Avenida Pedro II/ outra decisão/ sob a rubrica de mais de 22 milhões de reais favorável a Prefeitura da Capital/ permitindo a realização do Carnaval.
Braide alegou a necessidade urgente de usar mais de 22 milhões de reais para realizar o Carnaval/ 2026. Isso depois de usar as redes sociais mais uma vez como vítima/ reclamando de perseguição da Câmara de Vereadores de São Luís/ que estaria travando a aprovação do Orçamento. Braide teve pressa para receber milhões destinados ao carnaval/ mas para pagar é sempre uma novela/ principalmente as que não "dão votos".
Depois de uma decisão ser deferida/ a Procuradoria do Município de São Luís entrou com outro pedido que foi acatado. Tudo no mesmo dia/ na mesma Vara/ com o mesmo desembargador. O exercício regular do direito permitiu a estratégia jurídica de Braide - quando existe conexão o pedido é feito por dependência. A Procuradoria da Câmara Municipal "dormiu" - "dormientibus non socorrit jus" (o direito não socorre aos que dormem).
A população não entende o "juridiquês"/ a linguagem jurídica. Mas observa que o prefeito Eduardo Braide ao invés do diálogo/ usa de forma reiterada o Poder Judiciário como "roleta russa" - corre o risco se tiver bala no buraco do tambor. O povo do carnaval estava em oração : "oh mestre fazei de mim um instrumento do carnaval/ aonde estiver Braide que eu leve Rachid/ aonde houver Rachid que leve Braide". A oração e o santo são fortes!



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