A justiça brasileira é considerada a segunda pior do mundo - injustiça e corrupção - segundo o Rule of Law Index ( Índice do Estado de Direito ) de 2024. O Brasil supera - diria que copia - a Venezuela.
Viver/ trabalhar neste ambiente requer tomada de consciência diante arguida falta de imparcialidade/ parcialidade remunerada/ lentidão e agilidade quase sempre movidas por interesses financeiros/ pessoais.
Existiriam procedimentos corporativos entre magistrados capazes de tornar a arguição de excesso de prazo de instrução superado? Basta o desembargador não despachar pedido do advogado por solicitação do juiz.
Esse é apenas um exemplo de chicana judicial que foge ao entendimento até dos mais instruídos. O juridiquês ininteligível é uma carapuça para proteção/ falseado de erudição necessária no trato com os doutos da lei.
Simpatias/ antipatias entre magistrados/ advogados ou até traumas/ são sentimentos frequentes entre os operadores do direito/ substituídos na maioria das pelo tintinar/ segundo o Índice do Estado de Direito.
Amadureço denso romance - Cemitério das Togas - apontamentos atos/ fatos presenciados ao longo de quase 70 anos - desde a infância como filho de magistrado a velhice na condição de advogado em banca independente.
Espero agradar o público / dando verossimilhança/ "vizinhança" aos fatos novelados/ romanceados da "Corte de Justiça". Tem situações que superam a ficção kafkiana baseada no absurdo. Muitos tipos fáceis de identificar.
Estamos em busca de Editora/ patrocínios que se destinam a finalização do romance novelado - crítica a justiça brasileira/ maranhense em linguagem investigativa/ reveladora/ satírica. Contatos pelo Zap 98-083096474.


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