“Aqui nós estamos defendendo essa aliança com o atual governo Brandão! O Maranhão tem sido importante, desde 2002. Sempre com 70%, 80% porcento dos votos para Lula. Não existe motivo para haver rompimento, afastamento do PT de Brandão”, afirmou Oliveira, em entrevista ao quadro Bastidores, da TV Mirante.
Nestes termos/ secretário de Articulação do governo Maranhense em Brasília/ Washington Oliveira/ defendeu nesta segunda-feira, 26, um posicionamento para o PT no Maranhão diferente do que vem sendo pregado publicamente pelo vice-governador Felipe Camarão e pelo vice-presidente nacional, deputado federal Rubens Júnior.
Isso depois de Camarão afirmar que "Lula iria resolver o Maranhão e Brandão confirmar a Revista Veja/ que não sairá do governo para se candidatar ao Senado e entregar o cargo que se juntou com seus adversários.
O governador do Maranhão, Carlos Brandão (sem partido), desponta como uma das principais exceções entre os chefes de Executivos estaduais em fim de mandato que avaliam disputar uma vaga no Senado nas eleições de outubro deste ano. De acordo com reportagem da revista Veja, dos 18 governadores que encerram seus mandatos em 2026, ao menos 12 estudam concorrer ao Senado, quando estarão em disputa 54 das 81 cadeiras da Casa. Brandão, no entanto, resiste à possibilidade de deixar o cargo antes do fim do mandato.
Segundo a publicação, embora lidere as pesquisas de intenção de voto no Maranhão para o Senado, Brandão tem se mostrado inclinado a permanecer no comando do Palácio dos Leões até dezembro. Para concorrer, ele teria de se afastar do governo até abril, abrindo espaço para a posse do vice-governador Felipe Camarão (PT), com quem rompeu politicamente nos últimos meses.
A resistência em renunciar ao cargo estaria ligada ao receio de perder o controle da máquina administrativa e à desconfiança em relação ao vice. Ainda conforme a Veja, Brandão passou a ver Camarão como adversário político, o que teria pesado na decisão de não antecipar a saída do governo.
Caso confirme a permanência no cargo até o fim do mandato, Brandão acabará abrindo caminho para que Felipe Camarão dispute uma das vagas ao Senado pelo Maranhão. O governador tem sido direto ao justificar sua posição. “Vou até o fim porque não vou entregar o cargo a alguém que se juntou com meus adversários”, afirmou, em declaração reproduzida pela revista Veja.

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