No dia dedicado ao finados escrevo mais uma crônica política para alertar que só agora os ludovicenses começaram o debate sobre as eleições para Prefeitura de São Luís.
No passado as emissoras esperavam o debate(paixão) do povo para depois fazer entre os candidatos. Depois inverteram. O coronavírus infectou até os debates na TV.
O que se viu até agora entre a maioria dos concorrentes foi "bate-boca"/ promessas eleitoreiras "superadas" outras mais absurdas como a continuidade do auxílio emergencial.
Ao final dos debates o eleitor não chegou a conclusões. O grande número de debatedores transformou a democracia em anarquia/ onde uns venderam "Chip" outros "Maracap". Affe!
Franklin Douglas ficou muito parecido com o apresentador da "Praça é Nossa"/ o Carlos Alberto da Nóbrega. Douglas fez cara/ bocas/ posse/ graças sem graça caiu em desgraça.
Enquanto Franklin Douglas "morreu para política"/ Eduardo Braide renasceu no debate da Difusora. Incisivo não deixou acusação sem resposta/ ainda que no seu microfone se imaginasse uma Cola Jesus.
Braide tomou a Jesus/ deu aos seus discípulos/ teria dito: "tomai/ bebei todos sem medo de ser água do Poção de São Bento/ onde até a turbina do avião quando passa soa fino". Nada haver com Roberto Asa de Avião.
Volto com o debate da TV Guará nas cores da emissora - vermelho/ vermelhaço/ vermelhão - alertando que se Braide voltar a se destacar sem ser superado pode levar no 1º turno.


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