29 de novembro de 2020

ERROS E ACERTO NO 1º/ 2º TURNO DA ELEIÇÃO MUNICIPAL DA CAPITAL E O COMEÇO DO 3º TURNO COM AS ELEIÇÕES PARA O GOVERNO ESTADUAL


Com o passado de problemático/ desagregador o midiantipático Duarte Junior jogou sujo no 1º/ 2º turno/ jogou o governador Flávio Dino em uma aventura cuja derrota estava anunciada.

Dino teve a oportunidade de vencer a eleição/ quando Rubens  contraiu coronavírus. Dino poderia ter feito a opção por Neto Evangelista/ agregador da classe política que lhe impôs a derrota consumada.

O maior erro foi tentar dar a "volta por cima"/ com secretários sem aptidão política/ dando declarações autoritárias/ constrangedoras/ quando deveria buscar  de imediato o apoio dos vereadores.

Eduardo Braide deste o começo da pré-campanha "deixou o mar pegar fogo para ele comer o peixe frito". No segundo turno demonstrou ser exímio articulador/ tolerante as críticas nos embates.

Braide buscou no mesmo dia em que terminou o 1º turno apoio dos vereadores eleitos/ não eleitos. Braide venceu a eleição com a declaração de apoio de Neto Evangelista que trouxe a maioria política.

Duarte condenava a velha política/ apodreceu ao aceitar apoio de Josimar/ Cleber Verde. Duarte se descaracterizou - o filho do povo virou filho do Palácio dos Leões. A Ilha Rebelde rugiu mais forte.

Começou o 3º turno/ articulações das eleições de 2022. Dino deve recompor de imediato sua base/ cuja fidelidade deve ser medida pela coerência política estrutural/ não pela subserviência eleitoral momentânea. 



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