O debate da Difusora variou entre o eleitoral/ surreal. Ao invés de uma ideia superar a outra/ uma promessa eleitoral foi superada por outra surreal. Poucos mesmo na reta final das eleições tiveram a coragem de ter compromisso com o possível de ser realizado/ entre estes Neto Evangelista/ Rubens Junior/ Bira do Pindaré.
Neto apresentou soluções para problemas urbanos/ periferia/ zona rural/ mostrando resultados concretos como os Restaurantes Populares. Rubens seguiu no mesmo sentido/ exemplificando resultados na Habitação com o Cheque Minha Casa. Bira foi mais longe relembrando a sua luta contra o trabalho escravo na Delegacia do Trabalho.
Braide apresentou proposta de mobilidade que denominou como novo VLT/ dando nome de "Expresso" que sairia do nada levaria a lugar nenhum. Duarte rebateu dizendo que bastava fiscalizar/ multar como fez no Procon. Yglésio resumiu a crise a presença de Canindé Barros/ Franklin Douglas fez piadinha sem graça.
A diferença entre o possível/ o real/ o imaginário foi tão grande que nada foi conclusivo. O número de participantes foi outro "fator liquidificador". A mistura com predominância eleitoreiras deixou a ideia do "Consórcio de Promessa". O debate não chegou a "bate boca"/ mas beirou ao teatral com o "auxílio emergencial"/ promessa de Duarte Junior.
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