O jornalista Linhares Junior deu depoimento após doloroso/ longo - quase 10 horas - processo cirúrgico para implante de prótese metálica no coração.
Linhares Junior está a 12 dias na UTI da Rede D'or ( antiga UDI)/ sob cuidados médicos. As divergências não impedem de desejar pelna recuperação ao colega.
Eis o depoimento de Linhares Junior na íntegra:
No dia 12 de julho eu passei mal e fui até a Rede D’or São Luís (antiga UDI). Fui medicado, melhorei e pedi para voltar para casa. Mesmo a contragosto dos médicos.
No dia 13 senti fortes febre e dor no corpo. Achava que contraíra Covid-19.
Os exames inderificaram alguns problemas no coração que foram relacionados nos primeiros momentos ao coronavirus. Fui encaminhado a ala de isolamento e passei horas fazendo exames. Fiquei sozinho.
No início da noite fui diagnosticado com complicações no coração que, por um milagre, não haviam causado minha morte.
Graças ao Bom Deus, o @bradescoseguros (plano de saúde que NUNCA me faltou quando precisei) e a @rededor_oficial por meio do médico e diretor César Torres agilizaram tudo de forma a preservar a minha vida. E aqui eu agradeço publicamente.
Na segunda fui operado pelo Dr Vinicius Nina (que chefiou a equipe) e pelos médicos Dr Marco Aurélio e Dr Eduardo Ferreira. Foram cerca de 10 horas de cirurgia.
Abriram meu peito de ponta a ponta em um procedimento chamado Bental de Bono. Foi implantada uma prótese metálica no meu coração.
Ao ser encaminhado ao quarto, tive complicações no entubamento. Da mesa de operações até os primeiros momentos na UTI foi uma angústia só.
Na pessoa do Dr Vinicius Nina, eu agradeço a toda a equipe do hospital que me ajudou, direta ou independente, a chegar até aqui.
Hoje completo 12 dias de UTI lutando pela minha vida. Dias de MUITA dor, de aflição, aplicação e esperança.
Por ser um ser humano, por alguns momentos eu chorei e esmoreci. Senti medo, muito medo.
Só que o momento é de fazer jus a todos que se esforçaram por mim. Primeiramente por ELES eu não tenho o direito se ficar triste e fraquejar. Isso seria ingratidão com o trabalho deles. Também não posso desanimar pelos que me amam. Principalmente pelo meu filho. E finalmente, se eu me considero uma boa pessoa, e eu sei que sou, não posso desistir, sentir medo ou fraquejar.
Ainda há muito o que lutar, e essa luta vamos lutar juntos!
Linhares Júnior – jornalista
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