Roberto Rocha desmentiu Roberto Rocha. Roberto chega ser hilário ao tentar usar silogismos - conexão de ideias por intermédio de premissas para forçar conclusões verdadeiras.
A ridícula tentativa se transformou em um tolo solilóquio - discurso em que a pessoa fala consigo mesma. "Eu disse que o PSDB tem um pré-candidato que se chama Wellington"/ falou e disse.
Depois Roberto se desdisse : "Tem o projeto pessoal/ o político/ o partidário". Depois detonou/ descartou Wellington : "Não temos/ nunca teremos um projeto pessoal. Temos um projeto de Partido".
Roberto supera o filosofo de Hitler/ Martin Heidegger - "várias possibilidades de ser através do tempo" ao esclarecer a pretensão da relação com o Podemos em tempo indefinido/ pretendido:
"Não estou dizendo em que tempo estaremos junto com o Podemos/ se no primeiro ou no segundo turno/ mas que estaremos/ estaremos".
Sabe aquela tirada imbecil do jogador de futebol do interior da pequena cidade de Pirarucu: "Não perdemo/ nem ganhemo/ assinado Nicodemo".
E o cara ainda se acha! Observem o trecho em que Roberto acusa a si mesmo de traidor: "Qualquer opinião diferente eles chamam de traição".

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