O desembargador Cleones Cunha anuncia hoje que as eleições no Maranhão serão 100% biométricas/ eletrônicas/ limpas sem possibilidade de fraudes do cadastramento do eleitor ao voto. As mudanças no Judiciário do Maranhão são reais/ incontestáveis.
O Maranhão que no passado fora reiteradamente humilhado com decisões do TSE para proceder eleições suplementares/ motivadas por fraudes passa a ser exemplo nacional. Mortos eram cadastrados como vivos/ os votos eram adulterados.
A Greve de 1951 é o maior exemplo. Saturnino Bello/ o Satu "vence mais não leva". Satu infarta/ o TSE decide não realizar novas eleições sob o argumento de que não se vota em candidato morto/ diploma Eugênio Barros governador do Maranhão.

Nas eleições de 1954 outro escândalo/ consolidando a fama de suspeito. O TSE determina eleições suplementares que resultam em pequenas modificações. Mas outra manobra permite Assis Chateubriand em 1955/ assumir o Senado como "maranhense".
Depois de vários pleitos fraudados os deputados estaduais Lauro Berredo/ Araújo Neto "assumiram" cargos de juízes/ depois desembargadores/ o desembargador Públio Bandeira de Melo - até os nomes lembram o Senado Romano - como suplente do senador Eugênio Barros.
As fraudes não pararam/ proliferam com mais força nas eleições de 1956/ 1958 com a conivência dos magistrados - não existia o Conselho Nacional da Magistratura - que se encarregavam de adulterar votos/ tendo um entre eles que pedia "votos para Zé Meu Filho".
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