Como dizem no verequete - ponto do canto/ encanto na umbanda - "acabou a vela/ acabou a vida/ acabou a macumba". A expressão vela/ vida além do significado do "sopro"/ da morte tem o significante( impressão psíquica deste som) como desprezo/ ingratidão/ sacanagem/ esquecimento "de propósito".
Pois não é que Sarney preferiu escrever seu artigo dominical "despachado" no sábado no Jornal "O Estado do Maranhão"/ o "EMA" sobre a Igreja de Notre Dame/ o Corcunda/ relegando a segundo plano o verequete da Tenda de Umbanda do amigo inoxidável - aquele que não enferruja - Bita do Barão.
Sarney poderia ter justificado o título de Comendador da República"/ outorgado a Bita/ o Barão de Guaré quando do exercício da Presidência da República após a morte repentina de Tancredo Neves. Bita foi Comendador/ Barão tudo em vida como desejam os mortais/ "imortais". Depois da morte "acabou a vela....
"Barão do Goré" - aquele que levanta sai de muié ninguém sabe como é que é - foi originada na lenda do rei Dom Sebastião que aparece no Maranhão como "touro encantado". Sebastião do Coroado outro mito da Umbanda explicava assim o "fenômeno" das saias das mulheres levantarem sozinhas perto dele.
OLHA DUARTE JUNIOR BATENDO TAMBOR DEPOIS DO "LAVA PÉS"
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