NO BNDES : HILDON ROCHA ARMA CIRCO E SAI COM CARA DE PALHAÇO

O deputado "lambe botas" da família Sarney/ Hildon Rocha armou circo no BNDES - sob orientação de Jorge Murad levantou dúvidas em relação a aplicação dos recursos conveniados/ contratados com a instituição/ governo do Maranhão.

Deputado Hildon Rocha (PMDB)VOTO ZERO: CARA DE PALHAÇO 

Hildon Rocha saiu com a cara de palhaço. Rocha/ Murad acreditavam que o governo interino de Michel Temer tinha interesse em prejudicar Dino/ Maranhão e para tanto agendaram audiência fechada/ privada no BNDES.

Temer tomou conhecimento da agenda fechada - só com Hildon Rocha/ Andréa Murad/ Alexandre Almeida - e determinou que o Diretor Executivo do BNDES/ Henrique Paim comunicasse ao governador Flávio Dino. 

O deputados Rogério Cafeteira/ Rafael Leitoa/ Bira do Pindaré foram escalados para participarem da audiência no BNDES/ surpreendendo Hildon Rocha/Andréa Murad/ Alexandre Almeida sentados na mesa com Henrique Paim.

O Diretor Executivo do BNDES/ Henrique Paim certificou aos presentes que a execução/ programação/ planejamento dos trabalhos/ calendário de ação/ prestação de contas/ pagamentos estão rigorosamente dentro da lei.

Hildon Rocha queria enfiar a cara em um saco quando Henrique Paim destacou a seriedade/ honestidade/ transparência do atual governo do Maranhão na aplicação/ execução/ programação de investimentos com recursos do BNDES. Toma.

Andréa Murad não fez indagações/ temendo justificar o recebimento de doação de campanha (100 mil reais)/ da Ires Engenharia que desviou/ junto com Ricardo Murad 3 milhões de recursos do BNDES destinados a um Hospital em Rosário/onde só levantaram o tapume.


Rocha começou a exalar um "cheirinho desagradável"/quando Rogério Cafeteira fez comparativo da execução/ programação/ prestação de contas entre os governo Flávio Dino/Roseana Sarney/ lembrando desvios na SECID(135 milhões)/ gestões Filuca/ Hildon Rocha.

O objetivo da audiência era gerar entraves aos projetos em andamento/ futuros do Maranhão. Mas saíram desmoralizados/ com a certeza que o atual governo tem crédito - 800 milhões - que devem ser usados no tempo oportuno/ com execução/ programação rigorosamente dentro da lei.


Deputados estaduais com Hildo Rocha, na sede do BNDEs

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