EDUARDO BRAIDE/ O SONSO CRITICA ADUTORA ITALUÍS/ MAS NÃO DIZ UMA VÍRGULA DO NEBULOSO PERÍODO EM QUE PRESIDIU DE FORMA INCOMPETENTE A CAEMA

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Eduardo Braide  com a sua habitual/ virtual "cara de pau" deitou falação no jornal "O Imparcial". Braide aconselhado por Sarney beatifica-se " : a gente percebe uma eterna briga/ troca de farpas e não é aí que vou entrar. É isso que faz o Maranhão não se desenvolver". Como se ele não fosse fruto de uma violenta/ sanguinária oligarquia rural oriunda de Santa Luzia do Tide.

Os problemas do Maranhão não se resolverão por falas/ farpas/ trapaças. O que resolve são os resultados - na economia(PIB entre os melhores do Brasil) Segurança Pública(duplicação do número de policiais/ diminuindo em 50% a violência urbana)/ Hospitais Macro Regionais/ Escolas Dignas/ de Tempo Integral/ Pavimentação Asfáltica -apresentados pela atual gestão.

Braide mirou nos últimos problemas da atual gestão. Contudo escolheu o pior alvo - a Caema. Braide criticou o Italuís, esquecendo do período nebuloso - assinatura de contratos com a CBM/ de "Heitor Sarney" para manutenção da rede sem licitação/ alegando estado emergencial. Braide rebateu/ alegando que o contrato foi feito pela Central de Licitação. Como se não teve licitação? A inabilidade administrativa não parou. Eis algumas:

A frente da Caema em 2005 Braide recebeu notificação da Justiça Federal. Durante a gestão do "bamba" a Caema não recuperou o sistema de esgotos da Capital. De acordo com a sentença/ a Caema deveria implantar o sistema de coleta "in natura" nos rios/ mar na ilha/ além de despoluir os corpos hídricos que provocaram a degradação ambiental. Pela falta de planejamento da gestão de Braide os problemas se agravaram. Ele "pediu para sair".

A atual gestão da Caema/ que tem a frente funcionário do próprio órgão/ o Engenheiro Carlos Rogério atende hoje 300 mil domicílios em São Luís/ estima recuperar 70% da rede de esgoto da Capital até o fim deste ano/ através da Estações de Tratamento( Vinhais/ Bacanga/ São Francisco/a do Anil a ser inaugurada em 2018) com investimento de 310 milhões. 

Basta comparar a eterna retórica com os resultados reais. Braide a frente da Caema foi como "bosta na água" - ficou boiando - até saber que seria demitido por incompetência/ quando então pediu apara ser exonerado. A gota de água que gerou o afastamento de Braide da Caema foram as contas onde não existiam medidores. Foram milhares de reclamações sobre o valores cobrados.


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