PEDRINHAS/ PEDROSA/ POLÍTICA/ PAIXÃO/ ELEIÇÃO

Acompanho acertos/ erros do Sistema Penitenciário em São Luís desde quando a Pedrinhas era Penitenciária Agrícola - a ressocialização dos presos também incluía o trabalho na lavoura.

É importante lembrar que Pedrinhas enquanto Agrícola - toda a comida era originada dentro do Presídio - nunca registrou uma decapitação, nem tão pouco rebelião ou ainda "qualquer espetáculo".

Nos governos de Roseana Sarney o Sistema em Pedrinhas passou de Agrícola à Comercial - a prioridade eram  os ganhos com terceirização da alimentação/ construção/ manutenção/ fiscalização.

As rebeliões/ decapitações resultaram da passagem de Agrícola à "Comercial". Os presos  tratados como rebutalho humano serviam para justificar lucros as empresas dos sócios da família Sarney.

Com apenas três meses da gestão de Flávio Dino acabaram as rebeliões/ decapitações dentro de Pedrinhas. Em seis meses zerou os registros de homicídios entre facções - Bonde dos 40 e PCC.

O que mudou ? Mudou a Política Penitenciária. Os presos de Pedrinhas passaram a serem tratados dentro da condição humana determinada na Lei de Execução Penal. Foi isso que pacificou os presos.

Essa é a verdade pode ser conferida dentro de Pedrinhas. Existem muitas falhas, mas Pedrinhas deixou de dar discursos/ gerar espetáculos para "viúvas/ amantes/ namoradas" de Sarney.

O Presidente da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, Antônio Pedrosa fez equação apaixonada da mudança no Sistema - "Pedrinhas pacificou porque o governo fez acordo com as facções".

Pedrosa argumenta apaixonado contra a realidade vivenciada em Pedrinhas/ contra os incontestáveis números das estatísticas - zero de rebeliões/ decapitações/ homicídios dentro de Pedrinhas. 

A única explicação para a argumentação surreal/ apaixonada de Antônio Pedrosa - "o governo do estado negociou a paz com as facções dentro de Pedrinhas" - é o início de mais um ano eleitoral.

Em 2016 o discurso de "quanto pior melhor" ganha a adesão das "amantes secretas"/ "das namoradas discretas" do sarneísmo. Mudam os discursos dos apaixonados pelo poder ? Não acredito. Dá pena.

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