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SOBRE O LEPO-LEPO DA VILA NESTOR : PAÇO DO LUMIAR ENTRE A GRILAGEM E A BANDIDAGEM

O centenário processo histórico política/ grilagem/ bandidagem permeia os municípios limítrofes a Capital- São José de Ribamar/ Raposa/ Paço do Lumiar/ Rosário/ Alcântara.

Na década 50/ 60 as famílias de Vitorino Freire/ Saturnino Bello/ Newton Bello/ Ivar Saldanha entre outras -  perceberam as terras como moedas das "glorias do passado/ sonhos futuros dos filhos".

Bastava ir em um Cartório de Imóveis - os Cartórios eram concessões políticas - e confeccionar o memorial descritivo/ planta "nos limites das necessidades familiares para o glorio$o futuro".

Foi assim em Paço do Lumiar, onde as famílias de Tácito Caldas e Joaquim Aroso se revesaram no poder/ cartórios até 2012, quando a Polícia Federal prendeu com tornozeleiras Bia Aroso.

O povo pobre sem teto continua entre a histórica grilagem e a atual forma de bandidagem. Amadeu Aroso, ex-prefeito de Paço do Lumiar, esposo de Bia Aroso é quem se diz dono da Vila Nestor.

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"Nestor das Vilas" diz que ele é quem é o dono por usucapião urbano. Nestor é processado em vários Juizados Da Capital/ Paço do Lumiar por venda/ turbação/ posse ilegal de lotes de terra.

O povo canta o lepo lepo : "não tenho carro/ não tenho teto". "Nestor das Vilas" aparece cercado de mulheres/ óculos/ roupas/ sapatos do Paraguaio. Amadeu Aroso conta as notas do tempo do "Paço". 


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