PARADA GAY: SAPATÃO DO MARANHÃO PERDEU A MELISSINHA NA AVENIDA PAULISTA

A 15a Parada Gay foi sucesso de público e paz. Vários maranhense participaram da festa pelo orgulho gay. Não há motivos para negarem a presença na Paulista. Também não cabem posturas sisudas na luta contra homofobia. 

Festa tem que ter alegria, risos e diversão. Não conheço nenhum gay burro. Se existiu já nasceu morto. Na sua maioria são portadores de inteligência superior a média. Respostas rápidas e desconcertantes são marcas deste maravilhoso público. Freud chamava de chiste a esse poderoso mecanismo de defesa.

O certo é que provocados reagem com fina ironia. Sempre os tratei com respeito e igualdade, portanto sinto-me tranquilo ao relatar com humor os fatos ocorridos na Avenida Paulista no domingo(26).  Entre estes a de uma maranhense adepta da causa, que que gritava desesperada "cadê a melissinha, cadê a melissinha". Questionada por um policial se o nome da desaparecida era Melissa, respondeu que não, o detalhe do nome é que a "perseguida" era bem novinha.

    

     

2 comentários:

Pessoa disse...

Também nada contra a opção de ninguém. Mas, convenhamos, os gays fizeram o maior auê consumindo drogas escancaradamente, fazendo suas necessidades fisiológicas em público num desvario desmedido. É claro que são pessoas bastante alegres mas alegria nada tem a ver com balbúrdia. No demais, toca o enterro pra frente... Prefiro apreciar as brutas da Maioba e do Condomínio do Cesar Bello.

Anônimo disse...

Cesar, a pessoa relatada é do poder judiciário?

 
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